terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Animalzinho

Eu sempre tive uma certa resistência a bichinhos de estimação. Quando pequeno nunca tive, o que fez com que eu não tivesse intimidade com gatos, cachorros, e outros bichos. Para pioar a situação, quando tinha lá meus 12 anos ganhei uma catorrita. E foi trágico!
Um determinado dia nossa empregada resolveu dar banho no pássaro e limpar a gaiola. Deixou a catorrita em cima duma gaiola e veio um gato e "nhaque", saiu correndo com o passarinho na boca. Então fiquei traumatizado e nunca mais quis saber de animais de estimação.
Mas dois anos atrás, ao nos mudarmos, minha mãe adotou uma cachorrinha de rua. Deu o nome de "Pitica" e desde então ela vive com a gente enchendo a casa de alegria com as estripulias dela. Mudei totalmente meus conceitos. Outro dia minha mãe apareceu com mais uma cachorra, que segundo ela estava perdida. Muito doce, recebeu nome parecido da outra cachorrinha. Chama-se Pitoca.
Com a Pitica, apesar do contato tinha uma certa distância, ela é mais apegada a mãe e tem muito ciúmes de quem chega perto. Já a Pitoca foi o contrário. A gente bateu o olho e rolou uma simpatia mutua. Incrível. Adorei ela e pelo visto ela gostou de mim também. Não tem como ficar de cara feia com um animalzinho que só quer carinho e atenção. Chega a ser um momento em que deixo todo o stress do dia pra trás. Brinco com ela que já me espera fazendo festa no portão. Hoje, depois de um bom banho no Pet Shop ela chegou toda cheirosa e veio para minha volta. Veja:
Eu e a Pitoca, novo membro da família.
Infelizmente após dois anos conosco ela acabou morrendo. Atualmente, em 2016, estamos com seis cachorros em casa: Pitica, Sandy, Pretinhas (2), Pirigueti e Raimundão.

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