sexta-feira, 29 de julho de 2011

Fato real: Aconteceu na rádio TUPI FM 104.1, em São Paulo:

ocutor: - Quem fala?
Ouvinte: - É o Vicente.
Locutor: - De onde, Vicente?
Ouvinte: - Lapa!
Locutor: - Olha aí, Vicente da Lapa! Valendo o kit com camiseta e CD do Edson e Hudson. Presta atenção! Qual é o país que tem duas sílabas e se pode comer uma delas? Prestou bem atenção? É um país com 2 sílabas e 1 delas é muito boa para se comer. Dez segundos para responder.
Ouvinte: - CUBA!
Locutor: (mudo, por alguns segundos, e algumas risadas, no fundo).Tá certo, senhor Vicente! Vai levar o prêmio pela criatividade, mas aqui na minha ficha estava escrito JAPÃO...

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Devolveram meu dindim

Lembram que na última sexta-feira (22) eu reclamei do Banrisul, em relação aos caixas eletrônicos?
Pois hoje (27) recebi a confirmação que fui reembolsado. O Banco depositou na minha conta os R$ 200,00.
Olha aí o e-mail:

"SR. AUGUSTO MOREIRA PINZ

Informamos que efetuamos o crédito em sua conta corrente no dia 26/07/11.
Atenciosamente,
Ouvidoria Geral
BANCO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SA"

Lembre o que aconteceu clicando AQUI

sábado, 23 de julho de 2011

Galera do Rock

Acima Leandro Blaas e Nenel Vieira
Jeff, Nenel, Fernando e Eu.

A Noite de sexta-feira (22) foi muito interessante aqui em Canguçu. Grupos de Rock do município se reuniram para confraternizar e deixar qualquer espécie de comentário sobre desentendimentos pra lá.
Muita música, uma ótima janta e uma bebidinha para alegrar ainda mais o ambiente deixaram a sede da AABB em alto astral. A galera estava agitada e proporcionou um belo espetáculo para os presentes.
Sucesso a gurizada do Rock na cidade e que venham mais eventos como esse. E que as cadeiras sejam mais resistentes também, né Jeff? Hehe!!
Parabéns a organização e as bandas Antídotto Base, Sentido Oposto, Cabrones, Anônimos e Fanzine. Sucesso!!!

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Problema no caixa eletrônico do Banrisul

Eu já havia ouvido histórias, mas isto não tinha acontecido comigo. Mas agora aconteceu!
Fui realizar um saque em caixa eletrônico na Agência do Banrisul em Canguçu (0167). Ao fazer a primeira tentativa tentei tirar R$ 200,00 e saiu R$ 40,00. Achei estranho mas tentei novamente. Escolhi a mesma opção pedindo R$ 200,00 e pra minha surpresa saiu apenas o comprovante do saque (NSU 003114). E a grana NÃO SAIU. Fiquei olhando pro caixa feito um bobo sem saber pra onde foi o dinheiro. Será que o mister M passou ali ou o The Flash e levou a grana? Não! O dinheiro ficou na máquina, já que não abriu a "coisinha" de sair o dinheiro. Fui obrigado a trocar de caixa para tirar o dinheiro que era necessário para aquele momento.
Não havia ninguém mais na agência. Entrei em contato com o SAC do Banco que me pediu 5 dias úteis. No site do Banco foram 15 dias para resposta. Mas peraí!!! Se eu preciso do dinheiro agora, por um erro DO BANCO eu vou ter que esperar todo esse tempo? E se eu precisasse para algo urgente ou não tivesse outra fonte de dinheiro teria que ficar até 15 dias sem a grana? É piada, né? Só pode!! Para piorar aqui em Canguçu ainda é feriado dia 25 de julho, dia do Colono, segunda-feira. Portanto, só la por terça-feira (26).
Bah, Banrisul. Que decepção! Isso não é o banco que os gaúchos querem!! Agora vou ter que pedir dinheiro emprestado para alguém para pagar só quando o Banrisul devolver o meu!! Alguém ai se habilita?

Dia 26 de julho de 2011 devolveram meu dindim

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Festa do Colono no Silmar Ledebhurg

Com meu pai Nilso Pinz. Foto: Tereziha Moreira


No Domingo (17) comemorei o aniversário na festa do Colono e Motorista no Silmar Ledebhurg, e com direito a "Parabéns pra você" tocado pela banda Novo Horizonte.
Muita gente acompanhando a festa. A tarde estava fria, mas o calor humano serviu para aquecer a todos.
A Festa do Colono e Motorista na residência de Silmar Ledebhurg, no Canguçu Velho – 1º distrito - tem crescido a cada ano. São apresentações, stands, comida típica pomerana, e muita diversão. Quem foi não se arrependeu, já que não foi, perdeu. Mas ano que vem tem novamente. Já no próximo dia 25 de Julho tem a grande festa do Colono e Motorista (Koloni Fest) no Herval – 2º distrito, outro grande evento em um dia que é feriado municipal.

domingo, 17 de julho de 2011

Aniversário

Pois é! Hoje, dia 17 de julho de 2016 estou completando 33 anos, mas com corpinho de 32 que fique bem claro!! Agradeço a Deus por mais um ano e por estar com pessoas tão maravilhosas ao meu redor, com pais que nunca estiveram longe quando precisei, com amigos que são verdadeiras rochas onde sempre encontro proteção quando preciso. Sou um cara feliz, podem ter certeza!! Que Deus esteja com todos vocês e a ele agradeço por tudo!!!

sábado, 16 de julho de 2011

Escrevendo com Luz para gerar sentido na linguagem fotojornalistica

Com certeza se eu pedir para você escrever, em uma frase, um acontecimento, um fato, por menor que seja sua intimidade com as letras, você conseguira desempenhar esta tarefa facilmente, não é? E agora, se eu pedir para você escrever a mesma cena somente com luz, você conseguiria? Não, não estou louco. Quero uma escrita com luz!

Escrever com luz é o ato de registrar fotograficamente uma cena. A palavra fotografia, foto e grafia, vem do grego que quer dizer escrever com luz. Na fotografia jornalística, este escrever com luz é ainda mais difícil, no momento em que você tem que expressar tudo o que acontece ao seu redor em apenas uma imagem.

Para registrar um determinado momento em apenas um ângulo, o foco do fotojornalista ou repórter-fotográfico deve ser muito treinado, dotado de atenção e a sensibilidade necessária para agir em determinadas situações. Imagine você ter que colocar em uma foto um acidente com vítimas. O que registrar nesse momento? As ferragens? O choro dos parentes?Um bloqueio policial na via? Tudo isso é pensado em minutos, lutando contra o tempo para fechar uma pauta na edição do jornal.

Para realizar tais tarefas com precisão, é necessário o estudo constante das técnicas fotográficas, como o enquadramento, velocidade e aberturas, saber manusear o equipamento adequadamente para evitar surpresas. Certo dia presenciei um caminhão que bateu em uma casa. De pronto saquei minha câmera e corri ao local do acidente. Lá chegando tentei bater as fotos e o equipamento não registrava. Entrei em pânico! Fiz todos os testes possíveis e estava tudo ok. “Meu Deus o que acontece”. Minutos depois me dei conta que havia tirado o cartão de memória e ele estava no notebook. Corri até o carro num misto de risos e decepção comigo mesmo, voltei ao local e bati as fotos, apesar de ter perdido tempo precioso, ainda consegui publicar boas fotos. Mas e se não tivesse um cartão de memória na hora? Ficaria sem as fotos.

Além de dominar o equipamento em que você está mexendo, o fator primordial de uma fotografia jornalística é conseguir representar toda a cena, todo o fato, naquele quadrado, na maioria das vezes 10x15. E como fazer isso? Treinando. Desenvolvendo a visão para projetar a cena mentalmente e senti-la no seu íntimo como o momento perfeito. Isto aliado a técnica, bom uso das cores, textura, linhas do assunto, a iluminação ideal para dar o efeito necessário e principalmente um centro de referencia, onde será passado o conteúdo da imagem, são os ingredientes deste bolo fotográfico.

Claro que toda a regra tem sua exceção. Entre pegar um momento único e ficar procurando enquadramento e temperatura da cor, opte pela primeira opção, bata muitas fotos e tenha possibilidade de escolha. Somos caçadores de imagens e como diz o texto “Para gerar sentido: A linguagem fotojornalistica” toda a regra de expressão no jornalismo fotográfico pode ser violada quando a intenção é classificar a mensagem. Mas antes de se violarem as regras é preciso conhecê-las. Por isso quanto mais você ler e escrever com luz, mais capacidade de gerar sentido as suas obras fotojornalisticas.


Augusto Pinz
Estudante de Jornalismo
Universidade Católica de Pelotas-UCPEL

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Olha quem fala...

Vejam só senhores. Eu falei, em outra postagem que um comentário meu aqui no blog seria para somente uma pessoa entender. E tem um rapaz de um blog ai que acredita que a touca serviu para ele. Não sei se era pra ele ou não mas parece que ele não gostou muito. Acho que nem vou dormir a noite.
Ele ainda utiliza a tática de copiar o que escrevi aqui e comentar como anônimo. MAS PELO AMOR DE DEUS SE EU COLOQUEI NO MEU BLOG PORQUE COMENTARIA ANÔNIMO? VIRAM QUE SÓ ACUSAM SEM NEM AO MENOS USAR O CÉREBRO? O mais engraçado que vi ele, utilizando computadores de uma bancada da Câmara de Vereadores hoje para ler o meu blog. E ele alega que usa internet da casa dele, que estranho! Bom, pelo menos ganhei mais um leitor. Se bem que ele admira meu trabalho faz tempo....fico feliz e se precisar de ajuda em seus textos é só pedir. Ah, ele não fala comigo quando passa na rua. Pena! Ele busca informações fora do meio oficial.
Algum tempo atrás ele vivia no meu local de trabalho, me trouxe uma camiseta de um torneio de futebol, eu dei um pacote de erva-mate para ele logo que minha mãe pegou uma representação. Considerava a pessoa meu amigo. Mas de repente, do nada, sem explicação, começou a disparar contra mim palavras covardes e inverdades. Agora, dá prints em meu blog e faz acusações infundadas. Diz que se preocupa com o município, mas, parece que SE PREOCUPA SÓ COMIGO. Será que eu sou tão importante assim?? Meu Deus, sou um Pop Star em questão!! Uhuuuu!!! E Ainda deram um print no meu blog pessoal sem minha autorização, acho que isso é uso indevido de imagem, não é?
Falando que não quer minha vaga de emprego, nunca pensei isso. Só quando ele falou, em 2010, para MEU TIO, em um açougue, que EM 2011 A VAGA DO AUGUSTO VAI SER MINHA, TA TUDO CERTO COM WEDEL. E daí tirava fotos e dava de presente pro vereador e tal. É não tava querendo mesmo!
E não é que o cara fala do "copiar colar" que é muito comum na internet. Engraçado que nas imagens de abertura do blog dele tem pelo menos 4 matérias que ele COPIOU COLOU. hehehehe. Faz o que eu digo mas não faz o que eu faço? Beiii.. quem tem telha de vidro não joga pedra pro ar, não é?
Fico triste pelas acusações que ele fez ao vereador Wendel que irá tomar as devidas medidas quanto ao caso, afinal foi acusado com palavras fortes.
É uma pena alguém usar de ferramenta tão importante quanto um blog para picuinhas. E dou por encerrado aqui o assunto, porque não perco meu tempo com quem não merece. Pena mesmo, porque eu admirava este senhor. Entende de blogs, de internet, etc. Mas de que adianta se não for usar para o bem?
Como bom espírita, devia ir lá tomar um passe porque tá bem carregado. Deve ter algum espírito obsessor rondando. Eu acredito que a doutrina espírita prega o bem, e deveria fazer isso, pelo menos é o que eu acredito!
Bom, me formo no final do ano, se Deus quiser, sou jornalista com muito orgulho, acredito na formação para exercício da profissão e não confundo liberdade de expressão com liberdade de informação. E encerro com meu mantra "Saí de mim bicho ruim.." repetido três vezes tem poder...

A Mando de quem???

Tem gente em Canguçu que assume uma bandeira de atacar a tudo e a todos porque viu frustrada sua intenção de trabalhar onde pessoas com maior competência que a sua estão empregadas. Tem um senhor em Canguçu, que surgiu do nada e derrepente se intitulou imprensa. Ele escreve mal, erra vírgulas, esquece acentos, é um festival de erros contínuos e ainda pensa que escreve bem. O cara é tão fajuto que só vê um lado das coisas, atacando sem dar espaço de defesa. Inventa coisas que não acontecem e ainda por cima acha que está fazendo o máximo. Coitado, é tão insignificante que o que ele produz não ecoa. É insignificante a ponto de morrer de inveja das pessoas e tentar, de forma traissoeira ocupar o lugar que elas conquistaram por merecimento. Seres assim são verdadeiros parazitas, e estes na história do mundo sempre foram eliminados pela própria natureza. Não falo o nome, em questão, porque nem se quer lembro. Não gravo nomes sem importância. Não sei o endereço do blog em que ele escreve porque eu não leio. Só leio coisas importantes e que valorizam a arte da escrita, jornalisticamente. Portanto, cidadão. Fale a vontade, sei que o senhor está a mando da oposição!!
Não entendeu nada? é porque não é pra você. Mas ele entendeu....

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Trotes telefônicos atrapalham serviço policial

Em dois meses a Brigada Militar de Canguçu-RS recebeu 1884 telefonemas que não correspondiam a nenhuma ocorrência, os famosos “trotes”. Trote que é coisa de cavalo, uma boa definição para quem faz estas brincadeiras de mau gosto. Infelizmente é uma ação que acontece em todo o país.
Imagine a seguinte situação: Uma pessoa liga e faz esta brincadeira, informando uma falsa ocorrência. Um carro é deslocado para o atendimento e chega lá não existe nada do que é relatado. No mesmo momento liga você para uma ocorrência real, um assalto ou algo do gênero e ai você é informado que o carro que devia fazer o atendimento está na tal ocorrência que não era verdade. Por conta de uma brincadeira infantil e sem graça você deixa de ter o atendimento do agente de segurança.
Precisamos começar em nossos lares, com nossos filhos este ato básico de educação. É errado este tipo de ação. É a mais pura falta de educação. E quando digo educação, é aquela que vem de berço, não confundam com ensino que é dado em colégios. A culpa é dos pais que não orientam seus filhos de que isso é feio. Também cabe sim, aos professores mostrarem aos alunos que isso é errado.
Ensine que passar trotes é uma falta de respeito, é errado e pode causar grandes transtornos. É uma brincadeira muito sem graça! E Isso vale para Polícia e para os demais órgãos públicos e também para amigos, vizinhos, e outras pessoas e instituições.

Anunciando reportagem

Salvo em casos de uma reportagem investigativa, não acho correto que um repórter utilize a sonegação da informação de que está realizando uma pesquisa para uma matéria. Por exemplo o repórter chega, conversa com você, e depois vai lá e publica aquilo e você fica pensando: "Que FDP..falei porque achei que não era uma reportagem".
Ai são dois pontos: Primeiro, nunca fale nada para um jornalista se você não quer que se propague. Está no sangue transformar tudo em boas hisórias. Segundo que acredito ser também uma forma do jornalista "queimar a fonte" assim, já que as pessoas ficarão temerosas de lhe falar algo.
Em Canguçu tem acontecido isso. Tem gente que chega conversando e quando vê... PUM. Tá em um site. Já falei com três pessoas que disseram não ter dito exatamente o que estava lá escrito. Uma delas disse que teria dado uma resposta diferente se o repórter tivesse anunciado que seria uma reportagem, afinal a pessoa era sua amiga e acabou tratando o repórter como amigo e não como profissional.
Fica a dica então: Não fale o que não quer que se propague. Isso vale para Twitter, Facebook, orkut e tudo mais. Para os jornalistas lembre-se: Informe que está fazendo uma entrevista para não perder sua credibilidade!

sábado, 2 de julho de 2011

Exemplo de Protocolo

Na última quarta-feira (29) estive participando do "3º Ciclo de Conscientização sobre saúde e segurança do trabalhador e proteção da criança e do adolescente, em Canguçu. Promovido pelo SindiTabaco (Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco), empresas associadas e a Afubra (Associação dos Fumicultores do Brasil), o evento aconteceu na sede campeira do CTG Sinuelo com a presença de produtores de tabaco, agentes de saúde, diretores de escola, autoridades, orientadores agrícolas das empresas associadas e a imprensa. Foram mais de 380 pessoas.
Os esclarecimentos servem para que o produtor rural trabalhe com mais segurança em suas atividades diárias. Uso de roupas adequadas, utilização correta de agrotóxicos, entre outras medidas foram debatidas, bem como, a questão de trabalho infatil nas propriedades.
Mas meu comentário aqui é em razão da organização. O evento todo foi planejado para que fosse o sucesso que foi. Semanas antes as matérias já eram enviadas para a imprensa através da AI dos SindiTabaco. No dia do evento o protocolo, logo na entrada, deu espaço apenas para as autoridades que confirmaram e que representavam algum órgão municipal, como Câmara e Prefeitura, por exemplo. Nada daquelas coisas de citar até o primo do amigo do tio do vô do vizinho do deputado. Foi objetivo e com isso não foi massante.
Hoje por conta do "puxasaquismo" os protocolos são intermináveis. Todo mundo se define represetante de alguma coisa para ser citado no microfone. Muitos dizem ser representantes de algo sem ter uma carta de apresentação, o que seria a maneira certa. Aqui em Canguçu, pasmem, cita-se até assessoria de imprensa. Isso mesmo, um órgão que assessora a imprensa e que está lá como "serviço interno", digamos, é citado no protocolo dos eventos em nossa cidade. Total falta de noção. Também na tentativa de "fazer os lados" com a imprensa citam fulano de tal da rádio tal, do blog tal. Que isso? Citem apenas um agradecimento a imprensa e ponto final. Ninguém fará uma matéria melhor ou pior se for ou não citado.
Ainda foi entregue um Press-Kit, uma bolsa com um bloco para os jornalistas, caneta, e um livreto com detalhes do projeto. SindiTabaco, Afubra e os demais estão de parabéns e tomara que sirva de exemplo.