segunda-feira, 31 de março de 2014

No Rádio e muito bem, obrigado!

Desde Fevereiro de 2014 retornei ao rádio. Depois de um tempo afastado retornei aos microfones e desta vez realizando um antigo sonho que era trabalhar na Rádio Liberdade AM de Canguçu-RS, emissora com mais de meio século de tradição em comunicação na região Sul e porque não dizer em todo o estado dado o reconhecimento que a emissora tem conquistado diariamente ao longo deste tempo no ar.
Voltei a trabalhar depois de um tempo desempregado. Estava trabalhando na assessoria de imprensa da Prefeitura Municipal de Canguçu e de lá saí no corte de Cargos em Comissão de Outubro de 2013 dado o mau momento financeiro da administração. Algo que eu não esperava, e que me deixou frustrado. Acreditava que teria uma continuidade maior no trabalho, mas foi uma opção do Prefeito e fizemos um acordo no estilo "ele entrou com o pé e eu com a bunda", saindo ali e óbvio que fiquei muito chateado por isso. Não por perder o emprego, somente, mas pela forma que foi. Ir trabalhar em um dia e no outro estar na rua sem menor explicação. Se ao menos dissessem que meu trabalho era ruim, que não gostavam da minha cara ou que não entrei no ritmo deles, sei lá. A única alegação é aquela do corte de despesas que usam quando não sabem o que te dizer pra te mandar embora. Tanto é que outras pessoas que foram demitidas na mesma época retornaram aos quadros administrativos, mesmo que sendo em outras funções.
Porém não há mal que perdure, não é? E mesmo passando por dificuldades financeiras em um breve período - sem dinheiro mesmo para pagar as contas - as coisas se ajeitaram e hoje ganho até mais do que ganhava na Prefeitura e me stresso muito menos. Tenho horário certinho, se faço mais ganho mais, não preciso ficar a disposição 24 horas por dia usando meus próprios equipamentos (como a câmera digital tinha que usar a minha já que a Prefeitura não dispunha de uma em boas condições de uso), notebook, tablet, entre outros acessórios pessoais. Claro que isso ninguém reconhece nem lembra.
O que me chateia é que agora no atual emprego me deparo com uma situação: a administração andando bem mal aqui na cidade e a rádio é um "filtro". Aqui tudo passa. As pessoas ligam e pedem para reclamar das ruas, das estradas, da saúde, do transporte escolar no ar e daí algumas pessoas que não aceitam críticas e não admitem que devem mudar sua atitude creditam a mim, isso eu, as infelicidades deles. Como se eu polemizasse porque estaria "mordido" por não trabalhar na Prefeitura. Ora, meus caros. É só andar nas ruas, conversar com as pessoas e ouvir a insatisfação que é quase unanimidade. Não estou inventando nada nem me aproveitando disso. É fato, é notícia, e seria divulgado independente de quem estivesse onde está.
Como já disse estou bem melhor. Ganhando mais. Tem males que vem para bem. Hoje até agradeço de não estar precisando ficar fazendo notícias quase forçadas de coisas que precisam de um empurrão do assessor de imprensa para virar notícia, dada a irrelevância de alguns fatos para a mídia. Estou bem, feliz, em um lugar com bons colegas de trabalho e com reconhecimento de todos ao meu redor.
Desejo, de todo o coração, como eleitor e irmão, que o Prefeito Gerson Nunes faça seu governo decolar, que a cidade melhore. Afinal, eu vivo aqui, uso os serviços de saúde, as estradas, tudo que todos precisam eu também preciso. É irresponsabilidade, como alguns oposicionistas de plantão fazem, simplesmente criticar e torcer que algo dê errado. Estaria sendo errado comigo mesmo vendo a cidade ser prejudicada.
Então, não venham com essa de mordido, de dor de cotovelo. Se não tem justificativa para argumentar de forma contrária as críticas, tenham pelo menos humildade de tentar reparar os erros e bola pra frente.

Além de tudo o fato de trabalhar na rádio também me ajuda no Canguçu em Foco - www.cangucuemfoco.com.br - já que posso utilizar muito do conteúdo da emissora - entrevistas, internet, computadores, etc - para produção de conteúdo. A notícia acaba chegando e fluindo mais. A interligação das duas mídias - rádio e internet - acaba me tornando até uma certa referência de notícias no município já que posso propagar a informação em vários formatos. 
Traduzindo: Como diz o gaúcho "tô dando coice de faceiro". A quem pensa o contrário...beijinho no ombro..kk

domingo, 23 de março de 2014

8 erros mortais que você deve evitar ao trabalhar um release

Erro 1: Falta de informação
Se alguém te ligar para pedir alguma informação sobre seu release, você o escreveu errado. Um release deve ser completo e conter todas as informações sobre o assunto tratado. Para te ajudar a contemplar tudo no seu release, faça um checklist antes de escrevê-lo. Enumere tudo que é importante contar e depois do release pronto confira se faltou alguma informação.

Outra técnica muito usada na redação jornalística e que pode ajudá-lo é responder a 5 perguntas: Quem? Quando? Onde? Como? Porque? Se o seu release responder claramente a todas essas perguntas ele está completo e objetivo. Então, antes de começar a escrever responda cada uma delas; ficará mais fácil escrever um ótimo release.

Erro 2: Título vazio
A função de um título é resumir em uma linha tudo que contém em seu release. Você deve responder em até duas linhas as 5 perguntas jornalísticas mostradas acima. Quanto mais informação você conseguir colocar no título, mais assertiva é sua comunicação. Afinal, o leitor não precisará ler tudo para saber exatamente do que você falará.

Erro 3: Enrolação
Um pecado gravíssimo na hora de escrever um release é a falta de objetividade. Use sempre sentenças curtas e nada de repetir raciocínios com outras palavras. Você deve partir do pressuposto de que a pessoa que lerá seu release não tem tempo para gastar com textos longos e desnecessários. Quanto mais objetivo você for, mais chances tem de lerem seu texto. Então, quando tiver seu release pronto, leia-o de novo e corte palavras. Com certeza há algumas que não precisam estar ali.

Erro 4: Não tem contato
Um release deve sempre conter todas as informações de contato da parte de quem o escreveu. Pode ser que não precisem falar com você, mas se alguém precisar, como entrará em contato? Sempre coloque em seus releases o e-mail, o telefone, o nome e o endereço da empresa, caso necessário. Esse tipo de informação é essencial.

Erro 5: Sem imagens
Para enriquecer seu release coloque fotos junto da informação. Se não houver imagens não tem problema, mas lembre-se que elas aumentam as chances de o seu release ser bem compreendido. Então, sempre que puder, anexe fotos, os jornalistas adoram, pois isto evita a perda de tempo deles. E se você estiver falando sobre algum produto, vale a pena encaminhar seu release com uma amostra do que você está falando. O documento ficará mais completo.

Erro 6: Falar diretamente ao leitor
“Caro, jornalista”, “conto com sua participação”. Caso o jornalista tenha recebido seu release, sabe que a ele foi endereçado por se tratar de um release, sem a necessidade de pedidos, conversas ou falas aleatórias. O release deve ter foco na comunicação e informação, com linguagem clara, direta e dados suficientes para que o jornalista entenda sobre quem é, o que se passa, quando acontecerá, onde e porque será realizado.

Erro 7: Conteúdo publicitário
As pessoas que receberão seu comunicado estão esperando conteúdo relevante que possam passar a diante e informar outras pessoas. Publicidade é a última coisa que eles desejam em suas caixas de e-mail. Não destrua seu relacionamento com o jornalista, suas mensagens futuras podem ir direto para a lixeira ou caixa de spam e a chance de conseguir emplacar suas pautas literalmente pro lixo.

Erro 8: Metralhadora de e-mails
Certo, concordamos que enviar e-mails é simples, rápido e pode gerar resultado, mas não seja um disparador compulsivo, enchendo as caixas de jornalistas e virando um “spammer”. Procure conhecer o básico sobre os jornalistas para os quais costuma enviar seus e-mails, assim chegará cada vez mais perto de conseguir publicações, atendendo às necessidades dele e evitando enviar conteúdo que pode não ser de seu interesse. Todo conteúdo é importante a um determinado grupo de pessoas, saber onde estão e quem são os interessados pelo seu material é fundamental.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Produção de Erva-Mate em Canguçu




























HR - Pescador de Lambari

O amigo "Sapiranga" conta um causo ocorrido nos estúdios da Rádio Liberdade AM. Segundo ele um locutor vivia pedindo, no ar, "uns lambari" para ele. "Alô Sapiranga, e os meus lambari?", dizia o radialista.
De tanto ouvir o pedido, Sapiranga resolveu: Vou levar os lambari.
Um belo dia chegou na emissora e com uma linha e uma isca abriu a janela do estúdio e ali ficou segurando a linha. O locutor, atônito, disse: "Que isso, Sapiranga?". E o Sapiranga respondeu: "Ué, vim pescar lambari para ti".
E pescou. Não é que dali uns minutos surgiu pela janela da rádio um lambari. Foi a primeira pesca ao vivo da história do rádio.
Todo mundo ficou se olhando pensando de onde saiu esse peixe. Calma que o Sapiranga explicou. Antes de subir até o estúdio ele colocou alguns peixes em uma banheira abandonada no pátio da casa vizinha a emissora e dali pescou os bichos. Os funcionários contam que até um tempo atrás ainda existiam alguns destes peixes. Agora a banheira está vazia.
Banheira ficava abaixo da janela do estúdio da emissora.
Foto: Augusto Pinz

quinta-feira, 20 de março de 2014

Carro movido a Uísque

Uma empresa escocesa está criando biocombustível a partir de resíduos da produção do uísque. O projeto está em fase de testes e já conseguiu resultados satisfatórios.
Eu fico pensando, esse combustível faria sucesso por aqui. Já ia ter gente trocando o carro por modelos movidos a uísque. Bem pratico para quem gosta de "apertar" um "uísquinho" de vez em quando.
Imagina chegar no posto e mandar encher o tanque o frentista pergunta: "Do carro?", sim, porque vai dar uma dúvida se o motorista também não quer "abastecer". Ou então chegando no posto o frentista pergunta: "Vai abastecer, amigo?" e o cliente diz. "Não, meu velho. Só quero botar duas pedrinhas de gelo no tanque".
Ou já pensou se a polícia ataca o carro em uma barreira, o motorista cheio de garrafas de uísque poderá alegar. "Não, seu guarda. É combustível". Vai se safar!
Fico pensando também se apreendem o carro. Como vão fazer, levam para  o depósito ou para o pátio do AA para tratar o carro? Eu, heim!
Nos Estados Unidos já existe combustível feito com milho, base da bebida mais tradicional do país o Bourbon, o que torna o EUA o maior produtor de biocombustível do mundo. No Brasil, é utilizada cana-de-açucar que é matéria prima da cachaça.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Ocupantes de Cargos que não sabem lidar com a mídia

Existe uma relação conflitante, eterna, entre a mídia e ocupantes de cargos públicos. Os agentes políticos, ou até técnicos elevados a posição de chefia, quando assumem acreditam que se investem de uma inviolabilidade, uma camada, que irá lhes tornar mais bonitos, mais legais, mais inteligentes e principalmente incriticáveis. O que é pura vaidade.
Em um mundo onde seria o mais correto cavar uma masmorra para enterrar a vaidade - que é um vício, pois depois de ser picado pela mosca azul ninguém volta ao normal - agentes públicos não percebem que estão onde foram colocados para servir, para trabalhar como qualquer cidadão que acorda cedo e pega ônibus lotado para cumprir sua jornada diária e semanal de serviço.
Muitas destas pessoas que assumem cargos, como por exemplo secretários municipais, prefeitos, vereadores, chefes de autarquias, vivem no mundo político sua vida inteira se escorando em cargos. Muitas vezes estes mesmos criticam, ou criticavam, tanto os ocupantes dos mesmos cargos e daí quando assumem mudam a conversa.
Hoje (19) vi um caso deste neste sentido. Um secretário municipal reclamando que as pessoas ligam para programas de rádio para reclamar da situação de estradas, da zona rural, que são de chão batido. Com a chuva estas estradas ficaram intrafegáveis. Este mesmo secretário, era assessor de um vereador e ia para o interior tirar fotos das estradas em péssimo estado e agora quando ele assume o posto acha ruim?Como as coisas mudam, não? No dos outros é refresco né?
Conviver com as críticas faz parte da vida de todos nós. Sejamos agentes públicos ou não. Como vamos absorvê-las é que é o problema. Acho que quando temos certeza de que o que fazemos está sendo feito bem, devemos analisar o que é posto e daí avaliar a procedência das críticas, fazer um balanço do que pode se tirar de proveitoso e seguir em frente. Embrabecer não adianta nada. Vai causar um infarto ai no "afetado" e só. Mas é importante utilizar os comentários para analisar onde está cometendo algum possível erro de conduta ou ação. É preciso ouvir. Deus nos deu dois ouvidos e uma boca. Sinal de que devemos ouvir mais e falar menos.
Também é preciso humildade de aceitar que nem tudo que pensamos ser o correto realmente o é. É possível, sim, pensar que uma ação que achamos ser tão grandiosa e espetacular possa não ser tão boa assim, ou necessária. Por mais que seja um esforço grande para tornar algo real, pode não ser o necessário.

terça-feira, 18 de março de 2014

Visita dos amigos do Sindicato dos Radialistas-RS



Recebi, com muita satisfação, a visita do presidente do nosso Sindicato dos Radialistas-RS, Silvio Basei. Acompanhado do diretor Silvionei Benfica - grande colorado - e dos meus amigos de longa data Pedro Lauro e Antônio. O encontro serviu para botar os assuntos em dia, reativar minha associação - já que voltei ao rádio - e conhecer o novo presidente.
Fiquei muito feliz pelo encontro. Casualmente havia preenchido minha proposta de reativação no sindicato um dia antes do encontro que ocorreu no dia 12 de março de 2014.
Me sinto muito bem com os companheiros do sindicato dos radialistas. Já fui sindicalizado durante o tempo que trabalhei na Rádio Cultura AM (6 anos) e ainda um tempo mais mesmo formado jornalista e contribuindo para os jornalistas agora. 
Aprendi o gosto pelo sindicato e a luta sindical com minha mãe que durante um bom tempo era a única sindicalizada na cidade de Canguçu durante seus 30 anos de rádio Liberdade AM onde se aposentou.

segunda-feira, 17 de março de 2014

HR - E ela não morreu..

Hoje (17) mais um fato do rádio. Durante um programa o apresentador noticiou:
" - Quero comunicar que recebi a informação que a "fulana" faleceu. Pessoa conhecida da comunidade, trabalhava na escola "tal"."
Bem, só um detalhe: A "fulana estava bem viva. Apesar de problemas de saúde permanecia vivinha da Silva. 
Um ruído na comunicação fez com que o apresentador confundisse a pessoa com outra que havia falecido. Para deixar ainda mais confusa a situação a pessoa que morreu também trabalhava na mesma escola.
Os familiares da pessoa que teve o nome divulgada como morta começaram a ligar para a emissora, assim como conhecidos querendo saber de onde surgiu essa informação. Daí o locutor que teve que se explicar que se confundiu...

sexta-feira, 14 de março de 2014

O Olho por olho passando dos limites

Tem tomado conta dos noticiários, em todos os tipos de mídia, as notícias da população se revoltando contra bandidos e promovendo justiça com as próprias mãos, agredindo os larápios. Se juntam em grupos e saem a cata dos pretensos marginais e em bando rendem e batem no suspeito. No velho estilo primeiro bate depois vê o que aconteceu.

Agora o site BOL traz em suas notícias um engano cometido por populares que pensavam agredir um bandido enquanto não passava de um pedreiro, de Natal (imagem) Rio Grande do Norte. Não dá pra estimular mais este tipo de atitude. Um homem simples, trabalhador e que por estar com roupas parecidas com uma pessoa que teria cometido um furto foi confundido. Este fato mostra a falta de propósito de responder violência com violência. É como combater fogo com fogo.
Por mais revoltante que seja a situação da segurança no país, que vejamos casos diários é muito complicado concordar com atos desse tipo. Eu sei que uma coisa é falar e outra é ver, ou estar na pele de quem sofre um furto desses e não vê garantia do sistema de segurança do país para resolver o problema.
Mas o que devemos é cobrar medidas de segurança dos governos. Registar ocorrências e mostrar com dados, que é o que importa para os governos quando entramos para as estatísticas e isso prejudica a visão do país fora daqui, para que a segurança funcione. Precismos de leis que realmente punam os marginais e um sistema de edução e de renda que dê dignidade a população para que fuja da vida fácil das ruas.
Outro dia um destes justiceiros pegou um ladrão de celular e deu uma gravata, fazendo com que o homem morresse após um ataque cardíaco provocado pelo sufocamento. E por este fato, este ato justiceiro, o jovem irá responder um processo por homicídio. Ele queria apenas imobilizar o homem até a chegada da polícia, porém sem nenhum treinamento para tal utilizou força em excesso. Agora ele levará em sua ficha um assassinato. Irá alegar legitima defesa, para a opinião pública foi um ato de coragem, fez com que um vagabundo a menos incomode no mundo. Mas se tornou um assassino. No mesmo nível do bandido morto. Daí para termos segurança precisarermos nos tornar bandidos? Espero que não.

Sabugo em correnteza

Frase do meu amigo Dario Silveira:

"Vai que nem sabugo em correnteza", falando em relação ao tempo do seu programa de rádio que passou rápido!

quinta-feira, 13 de março de 2014

Histórias do Rádio - HR

Quando publicarmos as "Histórias do Rádio", dos bastidores do rádio, e algumas histórias de algo que aconteceu ao vivo, colocaremos "HR" para identificar no título.

No outro lado do rádio...

Se ouvir rádio já é maravilhoso, imagina trabalhar em uma emissora. É uma enorme satisfação poder expressar uma ideia e conseguir se comunicar com uma enormidade de pessoas em um instante.
Mas se é divertido ouvir, fazê-lo nem se fala. Nos bastidores acontecem uma série de fatores que, como sempre digo, renderiam um livro que renderia diversas edições e com várias atualizações.
A participação de ouvintes é a alma de uma emissora. O termômetro do andamento da programação e da atuação do locutor e da equipe de produção. Só que o fascínio que o rádio exerce na vida de determinadas pessoas, em especial, acaba gerando situações bem interessantes.
Em comunidades menores onde as emissoras de rádio são as principais responsáveis pela comunicação no município, então, nem se fala. Nestes locais onde os comunicadores ficam mais perto da comunidade existe um contato que muitas vezes extrapola o ouvinte/locutor e as pessoas acabam se tornando amigas. O locutor é muitas vezes um ombro amigo, psicólogo, assistente social entre outras funções.
Também, as vezes, acontecem muitos "quadrinhos". Histórias que ficam no tempo e algumas acabam virando até lendas.
Como a história do repórter, que tão acostumado com a comunidade, onde todo mundo se conhecia, que entrou no ar para noticiar um acidente dizendo: "Estou aqui na esquina da Osório (Rua general osório) e da Osvaldo Aranha deu uma batida com o gol do "fulano" e o carro do"cilano". Repórter tal para rádio..". Que rica informaçaão, não é?
Já em relação as participações um fato é bem comum rodar uma musica e 30 segundos após o término da mesma alguém pedir para rodá-la novamente.Imagina. Rodar toda manhã a mesma música ia ser bom né? Pro cantor, sim...
Nosso site tem uma tag "Histórias do Rádio" onde já colocamos alguns "quadrinhos" do rádio e vamos investir mais na publicação de alguns novos. 

terça-feira, 11 de março de 2014

Cláudio "Batata", do IRGA, desiste de concorrer

Possível candidato a deputado federal nas eleições de 2014 o presidente do Instituto Rio Grandense do Arroz, Claudio Pereira - o Batata (PT) - anunciou que não irá concorrer no próximo pleito atendendo pedido do governador Tarso Genro (PT).
O anúncio ocorreu durante entrevista ao repórter Augusto Pinz no programa "Grande Informativo Liberdade",da rádio Liberdade AM na tarde desta terça-feira (11). Segundo Batata a informação foi divulgada em primeira mão já que ele tomou a decisão poucas horas antes do anúncio oficial.
Batata foi homenageado com o Troféu Brasil Expodireto durante a 15ª Expodireto Cotrijal. A entrega do troféu ocorreu na noite do dia 09 no Centro de Eventos Bier Site. O ex-prefeito de Santa Vitória do Palmar - e que renunciou para assumir o IRGA - disse ter ficado lisonjeado com a premiação que é um reconhecimento pelo empenho que tem feito pela cadeia produtiva do arroz. Batata também destaca, em sua atuação, a necessidade da diversificação das propriedades e as conquistas na melhoria do preço do arroz nos últimos anos.

Confira o áudio da entrevista abaixo:

sábado, 8 de março de 2014

Resolução Política do Conselho Nacional de Juventude

Nem um passo atrás! Manter o rumo dos avanços sociais e combater o retrocesso é o grande desafio da juventude

O último período foi, inegavelmente, um ano de grandes avanços para a juventude brasileira. As avançadas bandeiras levantadas pelas mais diversas organizações juvenis ao longo da História recente vem sendo incorporadas à agenda pública e alçadas à condição de política de Estado. Exemplos contundentes dessa situação podem ser percebidos por meio de marcos legais aprovados e sancionados, como a Emenda Constitucional 65 (PEC da Juventude) e o Estatuto da Juventude. Outra forma de perceber os avanços é através do sucesso da aplicação de Políticas Públicas como o ProJovem, o Vale Cultura, o Plano Juventude Viva, o Pronatec, o FIES, o ProUni, o SISU (Sistema de Seleção Unificada) e a aprovação de 75% dos royalties do pré-sal para a Educação.

Essas conquistas tiveram como lócus privilegiado de discussão, elaboração e pactuação o Conselho Nacional de Juventude. O CONJUVE tem se destacado, nesse período, como interlocutor das ideias mais avançadas da juventude brasileira. Não para substituir o papel dos movimentos, mas para promover um espaço político privilegiado para protagonizar essas vozes historicamente silenciadas e invisibilizadas.

Nas ruas, a juventude brasileira se encontrou para dar novos passos, exigindo a efetivação dos direitos conquistados. Essas conquistas e o aumento da participação juvenil no tecido social, político e econômico têm incomodado certos setores sociais que percebem a redução paulatina da sua importância e dos seus privilégios historicamente adquiridos. Esses setores vêm praticando inúmeros atos de reação a essas conquistas, com maior ou menor densidade e organização.

Aparentemente desconectados, os inúmeros e recentes ataques à juventude e suas múltiplas formas de expressão e manifestação fazem parte de um contexto preocupante, que aponta para o recrudescimento da intolerância, do ódio e do preconceito de classe, raça, gênero, orientação sexual e geracional. Fazem parte desse contexto de ataque à juventude as frequentes agressões sofridas por homossexuais nas capitais e regiões metropolitanas, que tem resultado em mortes e em modificações na forma de vivência de territórios específicos; o impedimento do acesso de jovens das periferias e comunidades a determinados estabelecimentos comerciais, evidenciada para o país com a polêmica dos ‘rolezinhos’; os atos de ‘justiçamento’ que se exemplificam no menino acorrentado nu a um poste no Rio de Janeiro; a disputa por territórios entre indígenas e madeireiros ocorridas no Amazonas, que incitam o racismo e a violência, e cerceiam o acesso dos povos indígenas às cidades e seus equipamentos públicos; a ação dos grandes veículos de imprensa na tentativa de ridicularizar ou criminalizar os movimentos juvenis; a tentativa de redução da maioridade penal através da PEC 33.

A intenção do poder público em minimizar as pautas e bandeiras de luta da juventude brasileira, através de leis que regulam as manifestações e criminalizam movimentos e manifestantes - como a Lei 2405/13/RJ (lei anti-máscaras) e a Lei 12694/12 (MS) e o cerceamento de direitos constitucionais e a interferência direta na democracia do país através do PL 499/13 (lei anti-terror) que pode vir a se tornar uma reedição do AI-5, ameaçam o direito a livre organização dos movimentos, das manifestações. O adiamento da Conferência Nacional de Educação, por sua vez, também atinge frontalmente o direito à participação dos jovens brasileiros.

Apesar de possuírem diferentes atores em diferentes arenas e de promoverem efeitos em diferentes campos da vivência humana, todas essas ações podem ser caracterizadas como ataques à crescente mobilização juvenil que se espraia por toda a sociedade e que tem como base material inegável o bônus demográfico dos últimos anos.

O CONJUVE está terminando sua gestão e, como parte de seu processo de balanço, não poderia deixar de identificar a encruzilhada histórica da juventude brasileira. Se, por um lado, registramos muitos avanços, por outro identificamos uma crescente e preocupante tentativa de embaraçar as conquistas da juventude.

O principal desafio da próxima formação do CONJUVE, portanto, é impedir o retrocesso e garantir o rumo dos avanços sociais. Toda forma de mobilização e luta políticapor um país mais justo e igualitário é válida e desejável.

O Conselho Nacional de Juventude convoca as organizações e a juventude brasileira para mobilizarem-se no sentido de garantir o rumo das recentes transformações sociais que possibilitaram retirar da invisibilização social e política os anseios da juventude brasileira, garantidos pelo Estatuto da Juventude, como educação de qualidade; trabalho decente; saúde; acesso a cultura; sustentabilidade e meio ambiente; segurança pública; acesso à justiça; direito à cidade, ao território e à mobilidade urbana; acesso ao esporte e lazer e à livre participação social e política.

Convocamos também para que se unam na defesa de lutas históricas como a democratização dos meios de comunicação; difusão cultural; desmilitarização da polícia; reforma política, cultura do respeito, superação do machismo, combate à homofobia, extinção do racismo e do genocídio da juventude negra, fim da intolerância religiosa; combate à discriminação de jovens vivendo com HIV/AIDS; liberdade de manifestação; liberdade de expressão e outros tantos direitos historicamente negados.

É com muita mobilização nas redes, nas ruas e nas rampas que a juventude brasileira irá conquistar a efetivação desses direitos e a superação das velhas oligarquias conservadoras que dominaram o país desde sua colonização e que disseminam preconceitos, exclusão e intolerância contra a diversidade sócio cultural e econômica, impedindo os avanços garantidores de equidade e igualdade.

Adversários da juventude brasileira, não passarão!

36ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Juventude
Brasília, 25 de fevereiro de 2014.

sexta-feira, 7 de março de 2014

Brasileiro passa mais tempo na internet que vendo TV

Estudo mostra que a média de uso de internet de segunda a sexta-feira é de três horas e trinta e nove minutos

O brasileiro passa mais tempo acessando a internet que usando a televisão ou ouvindo o rádio, conforme constatou pesquisa encomendada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom). O Ibope ouviu 18.312 pessoas em 848 municípios entre os dias 12 de outubro e 6 de novembro de 2013, para coletar os dados que compõem a "Pesquisa brasileira de mídia 2014 - Hábitos de consumo de mídia pela população brasileira". De acordo com o governo, o objetivo é subsidiar a elaboração da política de comunicação do Executivo federal.

Segundo o estudo, a média de uso de internet de segunda a sexta-feira é de três horas e trinta e nove minutos, mais que o tempo dedicado à televisão (três horas e vinte nove minutos), ao rádio (três horas e sete minutos) e aos jornais impressos (uma hora e cinco minutos).

A média de uso de internet sobe para três horas e quarenta e três minutos nos finais de semana, mais que o tempo dedicado à televisão (três horas e trinta e dois minutos) e ao rádio (três horas). A pesquisa não informa o tempo dedicado à leitura de jornais impressos nos finais de semana.

Segundo a sondagem, apesar dos usuários de internet passarem mais tempo na web do que os usuários de televisão passam assistindo a programas na telinha, a capilaridade da TV é muito maior que a da internet nos lares brasileiros: apenas 3% dos entrevistados afirmaram não assistir nunca televisão. No caso da internet, 53% dos entrevistados afirmaram não ter o hábito de acessar a rede mundial de computadores.

Fonte: Agência Estado

sábado, 1 de março de 2014

Entrevista com vice-governador Beto Grill (PSB)


O vice-governador do Rio Grande do Sul, Beto Grill (PSB), foi entrevistado nesta sexta-feira (28) no programa "Grande Informativo Liberdade", da rádio Liberdade AM, apresentado excepcionalmente pelo editor do site Canguçu em Foco, Augusto Pinz. Durante a conversa Grill tratou de questões como a Copa do Mundo de 2014 e as obras no Estado no estádio Beira-Rio e também falou sobre o desenvolvimento da região Sul do estado alavancado pela produção primária e em grande parte pelo porto de Rio Grande.
Beto Grill também falou sobre a questão da energia elétrica e de pedidos que chegaram de Canguçu até ele para uma atenção especial a esta área como carta enviada pelo Sindilojas de Canguçu e mobilização da Azonasul sobre o tema.
Sobre política, Beto Grill, disse que o seu partido, o PSB, está trabalhando com força e muita expectativa em torno do nome de Eduardo Campos, que ao lado de Marina Silva, deverá disputar a presidência da república neste ano. No Estado o PSB ainda está indefinido, apenas reforçando sua nominata de possíveis candidaturas para deputado Federal e Estadual.O nome do vice-governador é lembrado, dentro de seu partido, como possível candidato a deputado federal para reforçar as candidaturas ao congresso.
(matéria do site Canguçu em Foco)
Confira o áudio da entrevista abaixo: