sexta-feira, 21 de março de 2014

Produção de Erva-Mate em Canguçu




























HR - Pescador de Lambari

O amigo "Sapiranga" conta um causo ocorrido nos estúdios da Rádio Liberdade AM. Segundo ele um locutor vivia pedindo, no ar, "uns lambari" para ele. "Alô Sapiranga, e os meus lambari?", dizia o radialista.
De tanto ouvir o pedido, Sapiranga resolveu: Vou levar os lambari.
Um belo dia chegou na emissora e com uma linha e uma isca abriu a janela do estúdio e ali ficou segurando a linha. O locutor, atônito, disse: "Que isso, Sapiranga?". E o Sapiranga respondeu: "Ué, vim pescar lambari para ti".
E pescou. Não é que dali uns minutos surgiu pela janela da rádio um lambari. Foi a primeira pesca ao vivo da história do rádio.
Todo mundo ficou se olhando pensando de onde saiu esse peixe. Calma que o Sapiranga explicou. Antes de subir até o estúdio ele colocou alguns peixes em uma banheira abandonada no pátio da casa vizinha a emissora e dali pescou os bichos. Os funcionários contam que até um tempo atrás ainda existiam alguns destes peixes. Agora a banheira está vazia.
Banheira ficava abaixo da janela do estúdio da emissora.
Foto: Augusto Pinz

terça-feira, 18 de março de 2014

Visita dos amigos do Sindicato dos Radialistas-RS



Recebi, com muita satisfação, a visita do presidente do nosso Sindicato dos Radialistas-RS, Silvio Basei. Acompanhado do diretor Silvionei Benfica - grande colorado - e dos meus amigos de longa data Pedro Lauro e Antônio. O encontro serviu para botar os assuntos em dia, reativar minha associação - já que voltei ao rádio - e conhecer o novo presidente.
Fiquei muito feliz pelo encontro. Casualmente havia preenchido minha proposta de reativação no sindicato um dia antes do encontro que ocorreu no dia 12 de março de 2014.
Me sinto muito bem com os companheiros do sindicato dos radialistas. Já fui sindicalizado durante o tempo que trabalhei na Rádio Cultura AM (6 anos) e ainda um tempo mais mesmo formado jornalista e contribuindo para os jornalistas agora. 
Aprendi o gosto pelo sindicato e a luta sindical com minha mãe que durante um bom tempo era a única sindicalizada na cidade de Canguçu durante seus 30 anos de rádio Liberdade AM onde se aposentou.

segunda-feira, 17 de março de 2014

HR - E ela não morreu..

Hoje (17) mais um fato do rádio. Durante um programa o apresentador noticiou:
" - Quero comunicar que recebi a informação que a "fulana" faleceu. Pessoa conhecida da comunidade, trabalhava na escola "tal"."
Bem, só um detalhe: A "fulana estava bem viva. Apesar de problemas de saúde permanecia vivinha da Silva. 
Um ruído na comunicação fez com que o apresentador confundisse a pessoa com outra que havia falecido. Para deixar ainda mais confusa a situação a pessoa que morreu também trabalhava na mesma escola.
Os familiares da pessoa que teve o nome divulgada como morta começaram a ligar para a emissora, assim como conhecidos querendo saber de onde surgiu essa informação. Daí o locutor que teve que se explicar que se confundiu...

sexta-feira, 14 de março de 2014

Sabugo em correnteza

Frase do meu amigo Dario Silveira:

"Vai que nem sabugo em correnteza", falando em relação ao tempo do seu programa de rádio que passou rápido!

quinta-feira, 13 de março de 2014

Histórias do Rádio - HR

Quando publicarmos as "Histórias do Rádio", dos bastidores do rádio, e algumas histórias de algo que aconteceu ao vivo, colocaremos "HR" para identificar no título.

No outro lado do rádio...

Se ouvir rádio já é maravilhoso, imagina trabalhar em uma emissora. É uma enorme satisfação poder expressar uma ideia e conseguir se comunicar com uma enormidade de pessoas em um instante.
Mas se é divertido ouvir, fazê-lo nem se fala. Nos bastidores acontecem uma série de fatores que, como sempre digo, renderiam um livro que renderia diversas edições e com várias atualizações.
A participação de ouvintes é a alma de uma emissora. O termômetro do andamento da programação e da atuação do locutor e da equipe de produção. Só que o fascínio que o rádio exerce na vida de determinadas pessoas, em especial, acaba gerando situações bem interessantes.
Em comunidades menores onde as emissoras de rádio são as principais responsáveis pela comunicação no município, então, nem se fala. Nestes locais onde os comunicadores ficam mais perto da comunidade existe um contato que muitas vezes extrapola o ouvinte/locutor e as pessoas acabam se tornando amigas. O locutor é muitas vezes um ombro amigo, psicólogo, assistente social entre outras funções.
Também, as vezes, acontecem muitos "quadrinhos". Histórias que ficam no tempo e algumas acabam virando até lendas.
Como a história do repórter, que tão acostumado com a comunidade, onde todo mundo se conhecia, que entrou no ar para noticiar um acidente dizendo: "Estou aqui na esquina da Osório (Rua general osório) e da Osvaldo Aranha deu uma batida com o gol do "fulano" e o carro do"cilano". Repórter tal para rádio..". Que rica informaçaão, não é?
Já em relação as participações um fato é bem comum rodar uma musica e 30 segundos após o término da mesma alguém pedir para rodá-la novamente.Imagina. Rodar toda manhã a mesma música ia ser bom né? Pro cantor, sim...
Nosso site tem uma tag "Histórias do Rádio" onde já colocamos alguns "quadrinhos" do rádio e vamos investir mais na publicação de alguns novos.