quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Jornal não é obrigado a consultar figura pública antes de publicar fotos suas

Os jornais não têm qualquer obrigação de consultar figuras públicas antes de publicar fotos delas. Além disso, emitir opinião em tom crítico não é calúnia para ser recompensada. Assim entendeu a 10ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais ao isentar o jornal A Tribuna Pouso Alegrense de indenizar um vereador que pediu reparação por danos morais pela veiculação de uma matéria supostamente caluniosa. O TJ-MG manteve a sentença proferida pela 4ª Vara Cível da Comarca de Pouso Alegre.

O vereador alegava que o jornal publicou, no dia 3 de novembro de 2012, na primeira página, uma fotografia sua noticiando o afastamento das funções do cargo de presidente da Câmara de Vereadores de Pouso Alegre em razão de ele ter supostamente nomeado parentes para ocupar cargos na prefeitura.

Em primeira instância, o juiz entendeu que a conduta do jornal não afrontou a dignidade ou a honra da vítima, portanto julgou improcedente o pedido de indenização.

O vereador recorreu da decisão ao Tribunal de Justiça. Ele alegou que a reportagem extrapolou o direito de liberdade de informação, afirmando que a acusação de nepotismo é falsa e que a publicação da matéria lhe causou vários transtornos, manchando sua honra, imagem e credibilidade. Afirmou também que a publicação de sua foto, sem sua autorização, ensejaria danos morais.

Ao analisar os autos, o relator do processo, desembargador Vicente de Oliveira Silva, entendeu que o jornal se limitou a publicar notícia de utilidade pública e de cunho informativo, externando opinião em tom de crítica, sem o intuito de ofender ou injuriar o apelante. Ainda segundo o desembargador, o simples fato de não ter sido o apelante consultado para autorizar a publicação da foto não configura o dano moral. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-MG.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

“O jornalista é um historiador do cotidiano”, avalia comunicador carioca

O jornalista e o historiador estão interligados. O primeiro narra o presente. O segundo, o passado. Para José Pedro Villalobos, comunicador formado pela Faculdade de Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Famecos/PUC-RS), “o jornalista é um historiador do cotidiano”. Ele explica que estudar o passado envolve distanciamento para analisar em profundidade o acontecimento. O jornalista precisa confiar na sua apuração e contar os fatos de forma honesta, transparente e coerente.

O carioca cursou história, mas logo mudou para jornalismo. Queria ser historiador do presente. Colocou os pés no prédio 7 da Famecos pela primeira vez há 30 anos e diz que a escolha pela instituição não foi difícil, pois a considera a melhor daculdade de jornalismo até hoje. O diplomado não hesita em afirmar que o estúdio de televisão era seu ambiente favorito. Isso explica os caminhos que seguiu durante a carreira. Villalobos trabalhou na RBS TV e na TV Com por duas décadas. “Eu sentia o caminho que tomaria e – pelo menos até agora – é o mais marcante da minha trajetória”.

Todos que passam pela Famecos têm seus docentes favoritos. Villalobos teve a oportunidade de trabalhar com alguns de seus preferidos, como Alice Urbim, Raul Costa Júnior e Cláudia Nocchi. Ele também menciona Carlos Kober, de televisão, que marcou pelo conhecimento profundo e o jeito de transmitir este conhecimento. “E o Leonam, um ‘clássico’ com as suas leis. A minha preferida é: 'jornalista pode pecar por tudo, menos por ingenuidade'”.

O primeiro trabalho de Villalobos foi em sua própria produtora de vídeo, chamada Canal Zero. “Foi um fracasso absoluto! Eu e mais dois sócios criamos a empresa no fim de 1989, uma época em que os vídeos empresariais estavam crescendo”. Mas, em 1990, veio o famoso Plano Collor, que confiscou a poupança e deixou todo mundo sem dinheiro. “Batalhamos por dois anos, mas acabou”. Além desta produtora, também trabalhou em jornais de nicho. Um deles voltado para o pólo petroquímico e outro focado no público que faz concursos. “Mas a minha atividade profissional mais relevante até hoje foi na RBS TV e TV Com, onde passei 20 anos”. Ele começou como produtor na RBS TV, depois foi editor-chefe do 'Bom Dia Rio Grande' por dois anos e editor-chefe do 'Jornal do Almoço' por quase nove anos. Ainda foi coordenador de produção e reportagem e, por fim, dois anos como gerente de produto na TV COM. “Agora estou iniciando uma empresa própria, chamada JPV Mídia, voltada para projetos digitais de comunicação”.

O carioca define jornalismo como informação qualificada, que contextualiza e analisa os fatos, comportamentos e situações do cotidiano. “Na medida do possível, deveria situar o público em termos históricos, fazer relações com outras épocas, pois a história sempre se repete”. Durante a carreira, participou de várias coberturas relevantes que fizeram a profissão fazer sentido. O jornalista lembra que em uma reportagem para o 'Jornal do Almoço' sobre a fila dos transplantes de fígado no Rio Grande do Sul, o entrevistado estava
com os dias contatos e não conseguiria doador a tempo. “A repercussão foi tanta que o secretário da Saúde na época autorizou que a fila fosse ‘furada’, e a pessoa acabou se salvando”.

O que mais fascina Villalobos no jornalismo é a reportagem investigativa, o talento para descobrir aquilo que governantes e poderosos querem que permaneça oculto. “Este é o sentido mais nobre do jornalismo”. Ele defende o diploma para jornalistas. Afirma que a tarefa do dia a dia, da apuração, da checagem e da edição são funções para profissionais diplomados. “O que temos é um universo de informação repetida, de baixa qualidade. Isto deveria ser um fator de defesa do emprego do jornalista profissional”.

Sobre o futuro da profissão, o jornalista acredita que as plataformas vão mudar o tempo todo e é preciso mostrar trabalho em todas elas. Mas o que vai prevalecer é a qualidade. Por isso, aconselha aos alunos que, como “historiadores do presente”, nunca deixem de estudar História. “Se o negócio é ser produtor de conteúdo, tudo bem; mas seja um produtor altamente qualificado, não só na forma, mas na relevância do que estiver contando”.

(*) Integrante do projeto ‘Correspondente Universitário’ do Portal Comunique-se. Estudante do 4º semestre do curso de jornalismo da Faculdade de Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Famecos/PUC-RS).

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Urologista alerta sobre os cuidados com a saúde masculina

De acordo com o Ministério da Saúde, o câncer de próstata é a quarta causa de morte entre os homens e o segundo tipo mais frequente. A campanha Novembro Azul conscientiza sobre os cuidados com a saúde do homem. 
Segundo o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), a estimativa de novos casos no ano de 2014 foi de 68.800 e o número de mortes no país em 2013 foi de 13.772. O urologista e andrologista Paulo Egydio explica que “os tumores na próstata podem crescer, alcançar outros órgãos e levar à morte. Mas, ainda assim, quando diagnosticada e tratada no início, a doença apresenta grandes chances de ser controlada”. 
O urologista e andrologista diz que no início, a doença não apresenta sintomas. Quando se manifesta, já está em estágio avançado, com menor possibilidade de cura. O preconceito acaba sendo o responsável pela morte de muitos homens que são acometidos por este mal. O check-up preventivo, a partir dos 45 anos de idade (ou a partir dos 40 para quem tem antecedente familiar), pode detectar o problema ainda em estágio inicial e ser curável.
Os principais efeitos colaterais do tratamento do câncer de próstata, seja por radioterapia ou cirurgia para retirada da próstata, podem ser a disfunção erétil (impotência sexual) e incontinência urinária. Mas estes problemas são tratáveis. O homem precisa se preocupar primeiro em tratar o câncer e preservar sua vida. E se tiver algum efeito colateral, então faz o tratamento.
Além de alertar sobre a prevenção para o câncer de próstata, a campanha Novembro Azul também lembra sobre os cuidados que o homem deve ter com a sua saúde. Confira a seguir algumas dúvidas esclarecidas pelo urologista e andrologista Paulo Egydio.   
Disfunção erétil 
A Disfunção Erétil (DE), também conhecida como impotência sexual, é um distúrbio caracterizado pela dificuldade de se obter e/ou manter, de maneira constante, uma ereção peniana adequada e suficiente para a atividade sexual satisfatória (desde a penetração até a ejaculação).
Milhões de homens em todo o mundo são atormentados por problemas de disfunção erétil e por motivos de desinformação, medo ou vergonha de procurar um profissional para o tratamento adequado, acabam comprometendo seus relacionamentos, deixando de usufruir de uma vida sexual saudável e feliz, com qualidade de vida. 
Atinge 52% dos homens entre 40 e 70 anos, em diferentes graus de intensidade (leve, moderada e severa). Milhões e milhões sofrem deste problema.
A dificuldade para iniciar o tratamento adequado é o grande obstáculo a ser vencido. Portanto, conhecer o problema, vencer o medo e a vergonha e procurar ajuda médica especializada para o tratamento adequado são os principais fatores que levam à solução do problema.
Os problemas de ereção, em todos os níveis de intensidade, são tratáveis através de medicamentos (comprimidos ou injeções) ou cirurgia. 
A disfunção erétil severa, não responsiva a tratamentos clínicos (como medicamentos), compromete a qualidade de vida e também tem solução. Para estes casos, existe a possibilidade do implante de prótese peniana, um procedimento seguro, eficiente e com alto índice de satisfação para o casal. 
Em muitos casos em que há a indicação do implante da prótese, o paciente pode ter experimentado uma redução do tamanho do pênis e somente com o simples implante o pênis ficaria muito pequeno e o paciente muito insatisfeito. Com a técnica desenvolvida pelo urologista Paulo Egydio, é possível fazer o alongamento, aumentando o maior tamanho e calibre possível do pênis, proporcionando uma maior satisfação do paciente.
Deformidades: o pênis pode curvar, afinar e reduzir de tamanho
Muitos jovens nascem com a curvatura peniana congênita e acabam se fechando para o mundo externo, não compartilham a angústia com a família e os amigos, e sofrem efeitos colaterais, como introspecção, drogas, fuga de relacionamentos, pensamentos suicidas, entre outros. Segundo Dr. Paulo Egydio, muitos deixam de estudar, se isolam e entram em depressão. 
Os pais precisam estar atentos aos sinais que o filho transmite de que algo está errado com ele. “Outro dia recebi um jovem que estava sofrendo porque tinha curvatura no pênis. Os pais perceberam o distanciamento do filho e conversaram com ele, que acabou desabafando. Hoje, graças ao apoio dos pais, ele está bem e feliz”, conta.
Muitos homens desenvolvem a curvatura peniana adquirida (Doença de Peyronie) em alguma fase da vida, geralmente por algum trauma ou microtraumas durante as relações sexuais. Esta curvatura, que chega a ultrapassar 90 graus, pode prejudicar ou até impossibilitar o ato sexual. Estes homens costumam se fechar em seu mundo, achando que o problema não tem solução, comprometendo relacionamento, casamento, família, trabalho etc.
E além de curvar, o pênis pode também afinar e reduzir de tamanho. Todos estes casos são tratáveis e é possível corrigir o problema alongando e recuperando tamanho e calibre do pênis.
Incontinência urinária
Incontinência urinária masculina é a perda involuntária de urina. Para muitas pessoas, esta condição é uma fonte de constrangimento e dificuldade social, que costuma ser escondida e não tratada, podendo afetar de forma dramática a qualidade de vida dos pacientes, limitando suas atividades sociais, exercícios físicos e sua vida sexual e profissional, comprometendo o bem-estar físico, emocional, psicológico e social. 
A incontinência urinária é um problema que afeta mais de 10 milhões de pessoas no Brasil, sendo que, em pelo menos 25% dos casos, atinge os homens. As suas causas incluem traumas, doenças neurológicas e sequelas de cirurgia de próstata ou uretra. Mas o problema tem tratamento, que pode ser clínico ou cirúrgico e irá depender de sua causa e severidade. 
Após tratamento cirúrgico do câncer da próstata (prostatectomia radical), a incontinência pode ser temporária ou definitiva. O grau de incontinência varia de caso para caso e é importante saber que é tratável e geralmente curável. 
Os pacientes que permanecem com incontinência urinária por muitos meses após a cirurgia na próstata, devido ao enfraquecimento do mecanismo esfincteriano da uretra e que não apresentem uma boa resposta aos tratamentos clínicos e menos invasivos, podem recorrer ao tratamento cirúrgico. O esfíncter urinário artificial é atualmente considerado o tratamento mais eficiente para pacientes com incontinência urinária por problemas no esfíncter. Além de uma alta eficiência, apresenta também um baixo índice de complicações. 
É fundamental uma avaliação particularizada e criteriosa, para um diagnóstico mais preciso para cada caso em particular e definição do melhor tratamento

Para mais informações sobre saúde do homem e sobre os principais problemas que podem acometer o homem em todas as etapas da vida, acesse www.drpaulo.com.br

sábado, 31 de outubro de 2015

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Brasil, a gente precisa conversar!

Ouvia um programa de rádio e um dos locutores, em uma mesa redonda, dizia que havia parado em um posto de gasolina para abastecer. No local foi atendido por um imigrante que seria Senegalês. O locutor resolveu bater um papo com o frentista perguntando quais suas impressões com o Brasil.
O senegalês respondeu, de forma sincera, que sentia muita saudade de sua terra e que mesmo com problemas gostaria de retornar. O que é natural. Mas o mais chocante, pelo menos ao meu ver, foi a próxima afirmação: "Eu esperava ser tratado melhor no Brasil!", disse.  A fala foi um balde de água fria no chamado "calor do Brasileiro que é alegre, receptivo, carnaval, futebol, que recebe todo mundo com um abraço". Não somos mais os mesmos!
O Brasileiro sempre foi descrito como gentil e hospitaleiro e parece ter sido contaminado por uma infecção global, muitas vezes até com requintes de crueldade, que se espalha pela grande aldeia global. Casualmente (se é que existe casualidade) recebi um livro que falava que atualmente está imperando a egolatria e que esta seria a possível causa da mudança de rumo do Brasileiro que vem ocorrendo há 3 décadas e ninguém toma medidas para mudar.
Essa mudança tem passado principalmente na educação onde gerações de Brasileiros tem sido mais educados pela mídia que em suas escolas e seus lares. São doutrinados pelo capital sem nenhuma vontade de pensar e desenvolver qualquer tipo de senso crítico. Antigamente a egolatria e a ostentação eram defeitos e hoje são qualidades que geram seguidores em redes sociais.
Pela falta do pensar não se criaram novas gerações com senso crítico. Não nos conhecemos mais por dentro de nós mesmos. O que está por fora vale mais. Nós nos fechamos ao mundo lá fora. Pensamos que somos superiores. Evoluídos? Nos rebaixamos.
Precisamos construir, com urgência, uma consciência humanista que enalteça o pensar. Que produza novos cidadãos comprometidos com o desenvolvimento coletivo. Que se preocupe em enriquecer a comunidade a sua volta com a disposição do trabalho na efetiva formação de uma sociedade menos preconceituosa e mais tolerante. Precisamos construir uma nova ordem social, através da cultura do pensamento para construtores sociais mais envolvidos com o que realmente importa: O ser humano. Sempre é possível um novo começo, mas não podemos esperar demais!

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Disque 100 - Disque Direitos Humanos

O Departamento de Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos tem a competência de receber, examinar e encaminhar denúncias e reclamações, atuar na resolução de tensões e conflitos sociais que envolvam violações de direitos humanos, além de orientar e adotar providências para o tratamento dos casos de violação de direitos humanos, podendo agir de ofício e atuar diretamente ou em articulação com outros órgãos públicos e organizações da sociedade. As denúncias poderão ser anônimas ou, quando solicitado pelo denunciante, é garantido o sigilo da fonte das informações.

A Ouvidoria estabelece via de cooperação e convênios com órgãos públicos ou organizações da sociedade o fortalecimento da rede de proteção e defesa dos direitos humanos, organizando os fluxos de encaminhamentos, procedimentos de acolhida, atendimento e monitoramento das denuncias.

Por meio das audiências públicas, das visitas de inspeção aos locais de privação de liberdade, as comunidades tradicionais, quilombolas, indígenas, espaços para acolhimento de crianças e adolescentes e instituições de longa permanência para idosos entre outros, a Ouvidoria Nacional estabelece a comunicação com a sociedade e garante a participação social na resolução de conflitos onde há violações de direitos humanos.

O principal canal de comunicação da Ouvidoria é o Disque Direitos Humanos – Disque 100, serviço de atendimento telefônico gratuito, que funciona 24 horas por dia, nos 7 dias da semana. As denúncias recebidas na Ouvidoria e no Disque 100 são analisadas, tratadas e encaminhadas aos órgãos responsáveis.

Por sua natureza de instância de dialogo e registro de manifestações da população o Disque 100 tem se consolidado como um importante instrumento de dados estatísticos sobre violações de Direitos Humanos e a Ouvidoria tem buscado a cada dia tornar essas informações públicas para pesquisadores e interessados.

A equipe
Para acessar uma lista atualizada dos responsáveis pelo trabalho da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, acesse a Lista de Cargos e Quadros da SDH/PR.

Contatos
Central de Atendimento Disque 100
Telefone – ligação gratuita 24 horas: 100
Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República
Setor Comercial Sul - B, Quadra 9, Lote C, Edifício Parque Cidade Corporate, Torre "A", 10º andar, Brasília, Distrito Federal, Brasil
CEP: 70308-200
Telefone: (61) 2027-3738



DISQUE 100
O que é?

É um serviço de utilidade pública da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), vinculado a Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, destinado a receber demandas relativas a violações de Direitos Humanos, em especial as que atingem populações com vulnerabilidade acrescida, como: Crianças e Adolescentes, Pessoas Idosas, Pessoas com Deficiência, LGBT, Pessoas em Situação de Rua e Outros, como quilombolas, ciganos, índios, pessoas em privação de liberdade.

O serviço inclui ainda a disseminação de informações sobre direitos humanos e orientações acerca de ações, programas, campanhas e de serviços de atendimento, proteção, defesa e responsabilização em Direitos Humanos disponíveis no âmbito Federal, Estadual e Municipal.

Qual o horário de funcionamento?

O Disque Direitos Humanos – Disque 100 funciona diariamente, 24 horas, por dia, incluindo sábados, domingos e feriados. As ligações podem ser feitas de todo o Brasil por meio de discagem direta e gratuita, de qualquer terminal telefônico fixo ou móvel, bastando discar 100. As denúncias podem ser anônimas, e o sigilo das informações é garantido, quando solicitado pelo demandante.

O que você precisa informar para registrar uma denúncia no Disque 100 ou diretamente na Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos?


1. Quem sofre a violência? (Vítima)

2. Qual tipo violência? (Violência física, psicológica, maus tratos, abandono etc.)

3. Quem pratica a violência? (Suspeito)

4. Como chegar ou localizar a Vítima/Suspeito

5. Endereço (Estado, Município, Zona, Rua, Quadra, Bairro, Número da casa e ao menos um ponto de Referência, concreto e que define um lugar específico)

6. Há quanto tempo? (frequência)

7. Qual o horário?

8. Em qual local?

9. Como a violência é praticada?

10. Qual a situação atual da vítima?

11. Algum órgão foi acionado?

Por que são importantes essas informações?

A Ouvidoria e o Disque Direitos Humanos - Disque 100 são responsáveis por receber, examinar e encaminhar as denúncias de violações de direitos humanos, sem as informações para registro, a verificação da situação de violação só poderá ser averiguada pelos órgãos competentes da rede de direitos humanos, com informações suficientes de onde encontrar a vítima e de como é a violação.

O que acontece após o registro da denúncia?

As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos órgãos de proteção, defesa e responsabilização em direitos humanos, no prazo máximo de 24 horas, respeitando a competência e as atribuições específicas, porém priorizando qual órgão intervirá de forma imediata no rompimento do ciclo de violência e proteção da vítima.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Covardia - Homem agride animal, empresa RGE manda Nota de Repúdio

Um vídeo com imagens de um funcionário da distribuidora de energia RGE, do RS, agredindo a pauladas uma cadela causou indignação nas redes sociais nesta segunda-feira, 29.

Os moradores do município de Cerro Largo ficaram revoltados com a atitude do funcionário, que mesmo tendo a proteção de uma grade e uma caixa de correio disposta para a rua, desferiu golpes com um bastão na cabeça do animal que latia e abanava o rabo.

As imagens foram feitas por câmeras de vigilância da residência e mostram, além da frieza do ataque, as consequências da agressão para o animal. Após os golpes, a cadela cambaleia e rola pelo chão até que o tutor a socorre nos braços.

Ele afirmou que a cachorrinha chegou a ficar desacordada por algum tempo. "Achei que ia morrer, convulsionou e desmaiou, mas logo voltou", contou João Luis Amaral, que encaminhou o vídeo para a RGE esperando providências em relação ao funcionário.

NOTA OFICIAL DE REPÚDIO DA RGE 
  
A Rio Grande Energia (RGE), distribuidora da CPFL Energia, vem por meio desta afirmar que condena e repudia qualquer tipo de violência e crueldade contra os animais. A RGE se sente constrangida e lamenta a atitude do seu colaborador que agrediu um cão, sem qualquer motivo, na manhã do dia 28 de setembro, quando realizava seu trabalho diário. O colaborador, que estava no período de experiência, já foi identificado e todas medidas legais cabíveis foram adotadas. Mais uma vez, a RGE reforça que essa não é uma prática de seus funcionários. A empresa se coloca à disposição da família para amenizar eventuais transtornos.