domingo, 31 de maio de 2015

Mais Educação e Redução da maioridade penal. Quero as duas coisas!


Nas discussões sobre a redução da maioridade penal, muitos colocam a situação como se fosse criminalizar a juventude como um todo. A partir de agora jovem é criminoso vai para a cadeia e pronto. Tire dele o direito de educação, o coitadinho agora vai virar bandido porque foi aprovada a lei da redução da maioridade penal. Longe disso. A redução irá garantir mais tranquilidade a este jovem de bem, e suas famílias, para viverem no ambiente de segurança maior. Se você e uma pessoa ordeira, assim como a ampla maioria da população brasileira, defende a redução da maioridade penal.
A comunidade carece de ações de segurança. A criminalidade nos ronda e bate a nossa porta, independente da idade do infrator. O que acontece é que através de um subterfúgio o “di menor” faz o que quer, e muitas vezes é usado como escudo do maior que comete crimes impunemente. Recentemente um jornal regional noticiava um homem preso com um menor de 15 anos. Várias vezes presos eles diziam que o bandido ali era o menor. Na última era com grande quantidade de droga e quem assumiu tudo foi o jovem de 15 anos que já deve ter voltado ao convívio social. O “di maior”também. Ou um jovem de 15 anos que arrombou uma escola em Piratini cinco vezes neste ano. Nada será feito? Isso não é um incentivo, uma verdadeira escola do crime? Esta garantia de fazer o que quer sem um temor de punição é correta? Este jovem invadiu a escola porque não tem intenção nenhuma de frequentá-la como aluno. Talvez por revolta de não ter condições de frequentar a escola? Pode ser. Mas é um atitude de governo, investindo na educação que mudará isso. É outro problema. Outro problemão, aliás. Cobremos das autoridades.   
Estes mesmos “di menor” são os que cometem crimes ao redor das faculdades, aqui em Pelotas. Furtam, roubam, ameaçam os estudantes. Perfeito seria se eles fossem os estudantes, lógico, e não estivessem cometendo crimes. Mas o estado não dá essa tranquilidade para eles e agora com os cortes nos financiamentos estudantis nossa “pátria educadora” largou de mão os jovens. E daí como justificar um problema com outro? Claro que a educação é o caminho de uma sociedade melhor, mas a segurança também é. Façam-se os dois: Redução da maioridade penal, para que o jovem eleitor de 16 anos e que também pode se emancipar com essa idade pague pelo que faça. Muitos dos jovens que tem seu celular roubado, por menores, ali, nem registram. Então os números de crimes praticados por menores pode ser bem maior do que se imagina.
Comenta-se que apenas 1% dos crimes seria por menores. Então não encheria a cadeia como gostam de dizer. Vai pra cadeia quem comete crime, simples. Porque tanto medo disso? É que vivemos no país da impunidade, dos mensaleiros, falcatruas que não vão para a cadeia. Daí rigor na lei causa medo. Não é possível, mais, um jovem debochando da policia e das autoridades dizendo “tu não pode fazer nada comigo sou menor”. É fato notório – só não enxerga quem não quer ver por cegueira ideológica – que os adolescentes, além de possuírem plena ciência da ilicitude da conduta que praticam, valem-se conscientemente da menoridade para praticarem ilícitos infracionais, sabendo o quanto são brandas as medidas passíveis de serem aplicadas a eles. (Cláudio da Silva Leiria é Promotor de Justiça em Guaporé/RS).
Em Cuba a maioridade penal é 16 anos.  No Brasil a lei foi feita para 18 anos em uma época em que jovenzinhos de 16 anos eram moleques. Hoje qualquer jovem de 14 anos sabe muito, principalmente dos direitos, dos deveres nem tanto. Não pode trabalhar,  não pode levar palmada. Um jovem não pode ajudar um pai agricultor aqui no interior de Canguçu que a lei pune. Mas pode ir beber até cair em uma festa. A realidade mudou, as coisas mudaram a lei também precisa mudar. Não quero mais ler que cometeram um crime hediondo e que aos 21 anos a ficha está limpa. Educação e justiça devem caminhar juntas. Educação Sim, Redução da Maioridade Penal Sim.  Não quero mais casos como este ai embaixo:
“Faz um ano, um jovem brasiliense matou sua namorada com um tiro no rosto, pretextando ciú¬mes. Filmou o assassinato com o celular, compartilhou as imagens nas redes sociais e ocultou o cadáver. Faltava apenas um dia para ele completar 18 anos. Preso no dia seguinte, foi julgado com base no ECA e será posto em liberdade quando completar 21 anos, sem que nada conste em sua folha de antecedentes. Caso o crime tivesse ocorrido um dia depois, já aos 18 anos, não escaparia de uma condenação com base no Código Penal por homicídio muitas vezes qualificado. Poderia permanecer no cárcere por 30 anos.
Como diz Rodrigo Constantito:
“A marginalidade merece condenação individual, e é a impunidade que permite a proliferação da criminalidade. De nada adianta colocar a culpa na sociedade ou desarmar os inocentes. Na verdade, isso estimula ainda mais o crime, servindo como garantia de que não haverá chance de reação das vítimas. O que necessitamos urgentemente é da sensação de punição. O bandido pensará duas vezes antes de cometer o crime se as chances dele ser pego forem elevadas e se a punição sofrida for dura. O resto é apenas retórica para confortar românticos, que não querem encarar a realidade dos fatos.”
Encerro com um trecho do senador Aloysio Nunes:
Reconheço que a punição não é o único remédio para a violência cometida pelos jovens. Evidentemente, políticas sociais, educação, prevenção, assistência social são medidas que, se aplicadas no universo da população jovem, terão o condão, efetivamente, de reduzir a violência. Mas, em determinados casos, é preciso uma punição mais eficaz do que aquelas preconizadas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente” ALOYSIO NUNES FERREIRA.


Augusto Moreira Pinz
Jornalista MTB 16.152
Canguçu-RS

segunda-feira, 25 de maio de 2015

sábado, 23 de maio de 2015

Olhando assim parece tão fácil..rsrs

Dicas e para fazer uma baliza perfeita

O sucesso da baliza só se dá quando se encontra a posição correta de parar o veículo ao lado do à frente da vaga. Isso deve ser descoberto com um pouco de treino.

Sempre se certifique que existe espaço para o seu veículo. Aproveite o momento em que está passando ao lado da vaga para comparar o tamanho do seu veículo com o espaço disponível. Lembre-se que não basta ele caber, ele precisa de pelo menos 30% do seu tamanho a mais para realizar os movimentos com segurança.

Cuidado com motos estacionadas, elas entram no ponto cego do retrovisor durante a manobra.

Cuidado ao manobrar veículos do tipo sedan cuja traseira pode ficar oculta pelo retrovisor.

Faça os movimentos com calma, sempre verificando os três retrovisores à procura de pedestres, veículos em movimento, animais, obstáculos e evitando danificar os veículos estacionados.

Não tenha vergonha, treine muito, só assim você poderá fazer baliza com facilidade e precisão

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Amostra Grátis de Nutren Senior Pó

Recebi, nesta quinta-feira (21) uma amostra grátis de "Nutren Senior", da Nestlé. Gostaria de agradecer a empresa pela gentileza. 

quarta-feira, 20 de maio de 2015

domingo, 10 de maio de 2015

Encontro com Mendes Ribeiro Filho

Entristeceu todo o Estado do Rio Grande do Sul a notícia da morte do deputado federal e ex-ministro da agricultura - do Governo Dilma - Mendes Ribeiro Filho (PMDB). Foram 40 anos dedicados a vida pública. O velório ocorre neste dia 10 de maio na Assembleia do RS e o corpo será cremado às 20h.
Enfrentando graves problemas de saúde estava internado desde 2014 em hospital da capital Porto Alegre. Enfrentou cirurgias e tratamentos pesados anteriormente que debilitaram sua saúde. Ele estava aposentado por invalidez por conta de um tumor no cérebro contra o qual lutava desde 2007. 
Em 2012 tive a oportunidade de visitá-lo quando Ministro da Agricultura, acompanhando comitiva da Câmara de Vereadores de Canguçu. Trabalhava como Assessor de Imprensa na ocasião. Mendes foi extremamente gentil e atencioso. Não estávamos no protocolo e conseguimos "furar" uma reunião com Prefeitos do RS que pediam ajuda ao Ministro. Naquela ocasião Canguçu e outras cidade sofriam com a Raiva Herbívora que assolava o rebanho gaúcho e era nossa intenção ajuda aos agricultores - e muitos - que perderam rebanho.
Naquele mesmo ano Mendes voltou a ter diagnosticado o câncer que el já havia combatido anteriormente se afastando da pasta da Agricultura. Mendes morre sem realizar o sonho de um dia ser governador do RS. Mas deixa um legado de seriedade na política que será sua maior conquista. O filho Pablo, que concorreu a vereador na última eleição em 2012, tem tudo para herdar o sonho e o caráter de Mendes - que já era herança do avô.


#felizdiadasmaes Dona Terezinha Moreira


"Minha Mãezinha querida, mãezinha do coração. Eu te amarei toda vida, com toda devoção" :)

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Entrevista com Mestre Nunes

Entrevista com mestre Nunes (5º DAN) de Tae Kwon Do, ele fala sobre um evento beneficente para arrecadar fundos para alunos participaram de um campeonato no Paraná. Também fala sobre história de vida e os 29 anos de Tae Kwon Do. Confira:

Avião sobrevoando Canguçu


Avião passou várias vezes pelos céus de Canguçu nesta quarta-feira, dia 06 de maio de 2015.
Foto: Augusto Pinz

domingo, 3 de maio de 2015

Acesso à internet chega a 49,4% da população brasileira

O acesso à internet em domicílios chegou a 85,6 milhões de brasileiros, o equivalente a 49,4% da população, segundo indica pesquisa divulgada pelo IBGE nesta quarta (29). Os dados são referentes a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2013. A pesquisa considerou o acesso de pessoas acima de 10 anos de idade que utilizaram a internet pelo menos uma vez em um período de 90 dias anteriores à realização das entrevistas. 

Esta foi a primeira vez que a pesquisa do IBGE contabilizou o acesso à internet por outros aparelhos que não fosse computadores e notebooks. Em 2011, ano do último levantamento, registrou-se que 46,5% da população se conectava à rede pelos tradicionais microcomputadores; enquanto o levantamento divulgado hoje aponta uma queda para 45,3%. A pesquisa mostra ainda que 4,1% das pessoas se conectaram à internet apenas por meio de outros dispositivos, como celular, tablet ou a televisão. 







Segundo a pesquisa, dos 31,2 milhões das residências com acesso à internet, 97,7% estão conectados por banda larga e apenas 2,3% por telefonia discada. Considerou-se neste estudo que a conexão banda larga é aquela realizada por meios não discados, através da linha de telefônica, TV por assinatura, rádio, fibra ótica e pela rede de telefonia celular. 

No país, 77,1% dos domicílios têm conexão por banda larga fixa, enquanto 43,5% têm acesso à banda larga móvel. O Distrito Federal tem a maior porcentagem de conexão fixa, com 86%, enquanto o Amapá a maior conexão móvel domiciliar, com 91%.

Gráfico 3


A pesquisa mostra um número equilibrado de acesso entre homens (49,3%) e mulheres (49,5%) no país em 2013. Mas a região norte tem um maior acesso por parte de mulheres (40,5) em comparação com os homens (38,6%), enquanto a região sudeste apresenta os maiores índices do país, com 57% dos homens e 56,4% das mulheres. 

Em relação a faixa etária, os jovens entre 15 a 17 anos têm maior percentual de acesso à internet, com 75,7%. Os idosos com mais de 60 anos têm o menor percentual de acesso, com apenas 12,6%. Os dados mostram que a utilização da internet no país cresce de acordo com a escolaridade, variando de 5,4% para pessoas sem instrução, até 89,8% para quem tem mais de 15 anos de estudo.


Os dados apontam que 32,4% dos usuários da internet, o equivalente a 27,8 milhões de brasileiros, são estudantes. Destes, 28 milhões estavam na rede pública de ensino ao participarem da pesquisa, enquanto 8,7 milhões estudavam na rede privada em 2013.

Em relação a classes sociais, o estudo mostra que a utilização da internet está ligada à renda familiar per capita. Parte da população com menor renda familiar, até um quarto do salário mínimo por pessoa, tem apenas 23,9% de conexão doméstica à internet. Enquanto isso, as famílias com a maior renda familiar, acima de 10 salários mínimos, têm 89,9% de acesso à internet. 

sexta-feira, 1 de maio de 2015

A Rádio e o telefone!

Existe um costume em Canguçu que não sei se nos demais municípios é assim também. Aqui as pessoas sempre que querem saber o número telefônico de algum local ligam para a rádio. Quando se sabe, se informa. Geralmente se for patrocinador da programação. Mas não são muitos números.
Só que não para por aí. Quando se diz que não tem a informação de algum número ainda se ouve alguns desaforos que até hoje não compreendi. Tipo: "Mas ai não é da rádio?". É da rádio, mas não da central telefônica. Mas como dizer isso sem ser mal educado? Complicado, né?
E tem os casos onde tu responde: "Não sei, senhora." Ou "Não dispomos deste número". E fica aquele silêncio na linha.. acho que as pessoas pensam que vamos consultar a bola de cristal e descobrir mesmo não sabendo.
Melhor do melhor do mundo ainda é quando atendemos o telefone: "Rádio tal, Bom dia". E a pessoa do outro lado: "É da rádio?". Nãaaao.. ligou pra onde? hehe!