terça-feira, 27 de outubro de 2015

Repórter do CQC acredita que jornalismo alimenta preconceito

Durante evento promovido pelo Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) na noite de segunda-feira, 26, o repórter do ‘CQC’, Juliano Dip, abordou a necessidade de utilizar a comunicação para lutar contra discriminação de qualquer natureza. “O jornalismo alimenta o preconceito diariamente”, afirmou o jornalista ao discorrer sobre destaques em matérias que salientam características dos personagens de forma pejorativa.

Juliano Dip falou sobre a importância de lutar contra o preconceito e a intolerância (Imagem: Divulgação/Band)

Como exemplo, o profissional falou sobre o caso da recente festa realizada dentro de uma delegacia. A maioria das manchetes a respeito do assunto destacava o fato de que um dos participantes era anão, deixando de lado o absurdo que é haver esse tipo de comemoração em um distrito policial.

No ‘CQC’, Dip participa de dois quadros: ‘Proteste Já’ e o ‘Haters’. Segundo ele, o primeiro ganhou abordagem mais jornalística em 2015, ano de sua chegada à atração exibida semanalmente pela Band, e o outro trabalha pautas que combatem diretamente o preconceito.

Carreira
Jornalista formado pela Universidade do Sagrado Coração de Bauru, no interior de São Paulo, Dip tem passagens por diversos veículos e diferentes mídias. Ele começou em uma rádio local, como estagiário. Em seguida, foi ao Vaticano, trabalhar na rádio oficial da Igreja Católica. De volta ao Brasil, o profissional ingressou no programa ‘Aqui e Agora’, do SBT.

Após passagem pela emissora de Silvio Santos, Dip começou a trabalhar na CBN, fazendo o jornalismo da madrugada, cobrindo crimes e acontecimentos da cidade. “Fazer jornalismo policial é contagiante. Essa área me ajudou a fazer nome na rádio”.

Dip contou que as coberturas policiais lhe renderam muitos aprendizados. “Enquanto jornalista, tenho que dar a notícia como ela é. Compreendi a importância de colher todas as informações oficiais e buscar todas as fontes. Jornalismo é agilidade”.

Além das coberturas no rádio e na televisão, Dip lecionou nos cursos de comunicação da FMU e da pós-graduação do Senac. O trabalho nas salas de aula foi interrompido quando o jornalista foi convidado para compor a equipe do ‘Custe o Que Custar’.

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