segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Orientação Profissional, Empregabilidade e Empreendedorismo

Uma das grandes preocupações dos jovens hoje é com relação à escolha da profissão. Uma decisão difícil, que precisa ser tomada em meio a muitas dúvidas, comuns na vida de quem tem 17, 18 anos. 
Mas a escola, junto com os pais, pode ajudar nisso. O suporte e as informações para que os estudantes possam ter mais segurança na hora de escolher a carreira devem ser fornecidos desde bem cedo, desde os primeiros anos escolares.
Uma metodologia, chamada OPEE (Orientação Profissional, Empregabilidade e Empreendedorismo) desenvolvida pelo psicólogo Léo Fraiman, já dá resultados. 
Trata-se de um conjunto de intervenções sistemáticas, no qual o aluno a cada ano fica mais motivado a construir um projeto de vida sadio, baseado em valores e em escolhas que condizem com seus objetivos.

Em que idade crianças devem começar a receber informações sobre empreendedorismo, empregabilidade e carreira? 
Como para a OPEE uma educação empreendedora é aquela que valoriza tudo, mesmo as pequenas coisas, favorece as conexões entre as pessoas, valoriza o trabalho de excelência, tem foco e estimula a validação do indivíduo e de seu próximo, pode e deve ser utilizada desde o início da formação da criança.  A Metodologia OPEE encara ainda a ideia do empreendedorismo em sua questão etimológica (do Latim, pegar a vida nas mãos). Ou seja, acredita-se que é possível uma educação que, desde os primeiros anos escolares ensine que um projeto de vida precisa ser construído e cada etapa do aprendizado é como um tijolo desta construção. As questões de empregabilidade e carreira vão crescendo em quantidade e complexidade no material a partir do ensino fundamental até o Ensino Médio. Fundamental 2 e Médio são os momentos em que mais trabalhamos empregabilidade e carreira.

De que maneira esses conteúdos são ensinados aos mais jovens? 
Às crianças de maneira mais lúdica, com vitalizadores, dinâmicas, atividades vivenciais, projetos, pesquisas e, aos adolescentes, com as mesmas propostas porém com maior nível de complexidade e informações mais teóricas. Também utilizamos análises de caso para reforçar o trabalho.

Que tipo de aproveitamento pode-se esperar das crianças? O que se deve esperar de um aluno exposto a este tipo de conteúdo?   
O aluno consegue, primeiro, conhecer-se melhor e, assim, poder entender seus talentos e dificuldades a vencer. Trabalhando o autoconhecimento, ele poderá fazer melhores escolhas, sendo menos influenciado por seus pares. Também esperamos que a criança entenda o mundo do trabalho e das profissões, livrando-se de estereótipos sobre profissões e ocupações para poder enxergar de forma mais ampla, sabendo identificar o que mais tem a ver com seus anseios. A educação financeira entra como um caminho para o entendimento do dinheiro como um meio e não uma finalidade, visando à sustentabilidade nas relações profissionais. Outra questão importante é encarar o trabalho como uma atividade que transforme o mundo para melhor pois, desta forma, em vez de buscar ser o melhor do mundo num contexto de disputa, o estudante possa buscar ser o melhor para o mundo em atitudes colaborativas

Quais atividades e exercícios podem apoiar os professores e serem aplicados no ensino do tema?  
Primeiro, é fundamental que conheçam a fundo a Metodologia OPEE. Por isso a capacitação online está disponível o tempo todo no portal, com vídeos do próprio autor. Sabendo dos nossos pilares (autoconhecimento, escolha profissional, mercado de trabalho, métodos de ensino, educação financeira e tudo isso somado na construção de projeto de vida), o professor poderá ajudar a focar suas aulas no sentido da construção de um projeto maior que apenas passar no vestibular. Um projeto de formação humana, permeado com o estímulo da prática de valores humanos universais.

As 5 dicas básicas que podem ser dadar aos pais que pretendem introduzir o tema carreira na vida de seus filhos.
- conhecer os filhos que têm: seus talentos, suas dificuldades, seus gostos.
- aprender junto com os filhos, indicando caminhos e não determinando a trilha a seguir, unindo as possibilidades aos seus sonhos, participando nas pesquisas sobre carreiras e suas adequações ao universo de possibilidades apresentadas.
- participar da vida escolar dos filhos, interagindo com o corpo docente e ajudando nas descobertas sobre cursos, profissões e ocupações possíveis.
- interagir e incluir nesse processo a própria experiência de vida, para que o filho possa saber mais da vida profissional dos pais, seus sonhos, seus anseios, suas realizações. 
evitar despejar no filho o sonho que não é dele (esse é um problema que detectamos com muita frequência e é uma das causas da enorme evasão universitária que temos)

Com informações de Assessoria de Imprensa – Ricardo Viveiros & Associados

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