terça-feira, 10 de novembro de 2015

Urologista alerta sobre os cuidados com a saúde masculina

De acordo com o Ministério da Saúde, o câncer de próstata é a quarta causa de morte entre os homens e o segundo tipo mais frequente. A campanha Novembro Azul conscientiza sobre os cuidados com a saúde do homem. 
Segundo o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), a estimativa de novos casos no ano de 2014 foi de 68.800 e o número de mortes no país em 2013 foi de 13.772. O urologista e andrologista Paulo Egydio explica que “os tumores na próstata podem crescer, alcançar outros órgãos e levar à morte. Mas, ainda assim, quando diagnosticada e tratada no início, a doença apresenta grandes chances de ser controlada”. 
O urologista e andrologista diz que no início, a doença não apresenta sintomas. Quando se manifesta, já está em estágio avançado, com menor possibilidade de cura. O preconceito acaba sendo o responsável pela morte de muitos homens que são acometidos por este mal. O check-up preventivo, a partir dos 45 anos de idade (ou a partir dos 40 para quem tem antecedente familiar), pode detectar o problema ainda em estágio inicial e ser curável.
Os principais efeitos colaterais do tratamento do câncer de próstata, seja por radioterapia ou cirurgia para retirada da próstata, podem ser a disfunção erétil (impotência sexual) e incontinência urinária. Mas estes problemas são tratáveis. O homem precisa se preocupar primeiro em tratar o câncer e preservar sua vida. E se tiver algum efeito colateral, então faz o tratamento.
Além de alertar sobre a prevenção para o câncer de próstata, a campanha Novembro Azul também lembra sobre os cuidados que o homem deve ter com a sua saúde. Confira a seguir algumas dúvidas esclarecidas pelo urologista e andrologista Paulo Egydio.   
Disfunção erétil 
A Disfunção Erétil (DE), também conhecida como impotência sexual, é um distúrbio caracterizado pela dificuldade de se obter e/ou manter, de maneira constante, uma ereção peniana adequada e suficiente para a atividade sexual satisfatória (desde a penetração até a ejaculação).
Milhões de homens em todo o mundo são atormentados por problemas de disfunção erétil e por motivos de desinformação, medo ou vergonha de procurar um profissional para o tratamento adequado, acabam comprometendo seus relacionamentos, deixando de usufruir de uma vida sexual saudável e feliz, com qualidade de vida. 
Atinge 52% dos homens entre 40 e 70 anos, em diferentes graus de intensidade (leve, moderada e severa). Milhões e milhões sofrem deste problema.
A dificuldade para iniciar o tratamento adequado é o grande obstáculo a ser vencido. Portanto, conhecer o problema, vencer o medo e a vergonha e procurar ajuda médica especializada para o tratamento adequado são os principais fatores que levam à solução do problema.
Os problemas de ereção, em todos os níveis de intensidade, são tratáveis através de medicamentos (comprimidos ou injeções) ou cirurgia. 
A disfunção erétil severa, não responsiva a tratamentos clínicos (como medicamentos), compromete a qualidade de vida e também tem solução. Para estes casos, existe a possibilidade do implante de prótese peniana, um procedimento seguro, eficiente e com alto índice de satisfação para o casal. 
Em muitos casos em que há a indicação do implante da prótese, o paciente pode ter experimentado uma redução do tamanho do pênis e somente com o simples implante o pênis ficaria muito pequeno e o paciente muito insatisfeito. Com a técnica desenvolvida pelo urologista Paulo Egydio, é possível fazer o alongamento, aumentando o maior tamanho e calibre possível do pênis, proporcionando uma maior satisfação do paciente.
Deformidades: o pênis pode curvar, afinar e reduzir de tamanho
Muitos jovens nascem com a curvatura peniana congênita e acabam se fechando para o mundo externo, não compartilham a angústia com a família e os amigos, e sofrem efeitos colaterais, como introspecção, drogas, fuga de relacionamentos, pensamentos suicidas, entre outros. Segundo Dr. Paulo Egydio, muitos deixam de estudar, se isolam e entram em depressão. 
Os pais precisam estar atentos aos sinais que o filho transmite de que algo está errado com ele. “Outro dia recebi um jovem que estava sofrendo porque tinha curvatura no pênis. Os pais perceberam o distanciamento do filho e conversaram com ele, que acabou desabafando. Hoje, graças ao apoio dos pais, ele está bem e feliz”, conta.
Muitos homens desenvolvem a curvatura peniana adquirida (Doença de Peyronie) em alguma fase da vida, geralmente por algum trauma ou microtraumas durante as relações sexuais. Esta curvatura, que chega a ultrapassar 90 graus, pode prejudicar ou até impossibilitar o ato sexual. Estes homens costumam se fechar em seu mundo, achando que o problema não tem solução, comprometendo relacionamento, casamento, família, trabalho etc.
E além de curvar, o pênis pode também afinar e reduzir de tamanho. Todos estes casos são tratáveis e é possível corrigir o problema alongando e recuperando tamanho e calibre do pênis.
Incontinência urinária
Incontinência urinária masculina é a perda involuntária de urina. Para muitas pessoas, esta condição é uma fonte de constrangimento e dificuldade social, que costuma ser escondida e não tratada, podendo afetar de forma dramática a qualidade de vida dos pacientes, limitando suas atividades sociais, exercícios físicos e sua vida sexual e profissional, comprometendo o bem-estar físico, emocional, psicológico e social. 
A incontinência urinária é um problema que afeta mais de 10 milhões de pessoas no Brasil, sendo que, em pelo menos 25% dos casos, atinge os homens. As suas causas incluem traumas, doenças neurológicas e sequelas de cirurgia de próstata ou uretra. Mas o problema tem tratamento, que pode ser clínico ou cirúrgico e irá depender de sua causa e severidade. 
Após tratamento cirúrgico do câncer da próstata (prostatectomia radical), a incontinência pode ser temporária ou definitiva. O grau de incontinência varia de caso para caso e é importante saber que é tratável e geralmente curável. 
Os pacientes que permanecem com incontinência urinária por muitos meses após a cirurgia na próstata, devido ao enfraquecimento do mecanismo esfincteriano da uretra e que não apresentem uma boa resposta aos tratamentos clínicos e menos invasivos, podem recorrer ao tratamento cirúrgico. O esfíncter urinário artificial é atualmente considerado o tratamento mais eficiente para pacientes com incontinência urinária por problemas no esfíncter. Além de uma alta eficiência, apresenta também um baixo índice de complicações. 
É fundamental uma avaliação particularizada e criteriosa, para um diagnóstico mais preciso para cada caso em particular e definição do melhor tratamento

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