domingo, 31 de janeiro de 2016

Resultado teste de coordenadas políticas..


Comunitarismo de Esquerda (Democracia Social): indivíduos neste quadrante buscam promover soluções comuns para problemas sociais e econômicos. Eles tendem a se ver como apoiadores de uma forma de governo que freie o capitalismo em excesso e diminua a desigualdade em virtude de uma economia mista e um estado social universal. Eles procuram encorajar soluções coletivas, redistribuição econômica e valores compartilhados por toda a sociedade por meio de uma democracia participativa e do Estado.
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RAPPER CRITICA RACISMO NO BRASIL - OUÇA ISSO E VEJA A REALIDADE DO PAÍS


RAPPER CRITICA RACISMO NO BRASIL
Dá-lhe, Emicida! É isso mesmo, garoto!
Publicado por Jandira Feghali em Quarta, 23 de setembro de 2015

Doações para o Exército da Salvação em Pelotas-RS


terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Entrevista com jogador de futsal Sinoê


Na manhã desta terça-feira (19) tive a oportunidade, a convite do amigo Andrio Aguiar, de bater um papo com o jogador de futsal Sinoê Avencurt. O atleta natural de Capão do Leão tem fortes ligações com Canguçu onde começou sua carreira no futsal jogando a Taça Zona Sul de futsal pela seleção de Canguçu. Desde então despontou para futebol, conquistou vários títulos,passou por grandes equipes e pela Seleção Brasileira de Futsal. Em 2016 estará jogando em um time do Japão, o Nagoya Oceans.
Humildade é a palavra que pode definir Sinoê. Apesar de tudo que conquistou ele continua procurando os amigos em Canguçu e não perde nunca o vínculo com sua terra natal.


quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

4 sinais de que seu chefe é terrível (ou de que é um mau gestor).

O site "Business Insider" separou uma lista com quatro tipos de comportamentos que fazem de uma pessoa um chefe ruim. Fique atento a eles:
1. Não escutar seus funcionários
De acordo com uma pesquisa feita em 2015, é muito comum que as ideias dos subordinados não sejam levadas em consideração pelos gestores. Mais de 600 funcionários disseram que não é incomum sugerir uma opção para melhorar o trabalho, mas o chefe não dar ouvidos.
Em vez de descartar ideias, os gestores deveriam tomar um tempo do dia para escutá-las e analisá-las, mesmo que elas não sejam implementadas no final. É importante que as pessoas se sintam ouvidas e valorizadas.
2. Culpar outras pessoas
Outra pesquisa mostrou que a cada cinco funcionários, um tem um chefe que passa a "batata quente" para outra pessoa quando algo não sai como o planejado no trabalho. 
m bom líder gastaria o tempo na resolução do problema, não buscando um culpado.
3. "Abandonar" um funcionário
Um bom líder deve confiar em sua equipe e oferecer liberdade e independência. Isso, entretanto, não significa abandonar essas pessoas em suas tarefas. 
Apenas 13% dos funcionários de uma pesquisa da Gallup disseram "concordar totalmente" que seus gestores os ajudavam a estabelecer metas.
4. Focar no negativo
Ao oferecer feedbacks, muitos líderes podem acreditar que é importante focar nos pontos que os funcionários precisam melhorar, mas o exagero disso pode impactar de maneira negativa no trabalho das pessoas.
A pesquisa da Gallup descobriu que 67% dos entrevistados "acreditam fortemente" que os gestores focados em pontos positivos também estavam comprometidos com resultados. É importante mostrar às pessoas que o trabalho delas é necessário e que elas fazem parte da equipe.
Fonte: http://economia.uol.com.br/noticias/infomoney/2016/01/05/4-sinais-de-que-seu-chefe-e-terrivel-ou-de-que-voce-e-um-mau-gestor.htm

A Galinha e a Pata - A Propaganda é a alma do negócio

Era uma vez (uma boa fábula deve começar assim)... uma Galinha e uma Pata, muito empreendedoras.
Numa bela manhã, Dona Pata, inspirada, desafia Dona Galinha:
Dona Pata:
– Bom dia, Dona Galinha!
Dona Galinha:
– Bom dia, Dona Pata!
Dona Pata:
– Soube que há uma feira na Granja, e resolvi fazer uma grana extra com os meus ovos...
Dona Galinha:
– Boa ideia, Dona Pata! Acho que vou fazer o mesmo.
Dona Pata:
– Ora, Dona Galinha... A senhora não acha mesmo que vai vender seus ovos, não é? Não enquanto
houver ovos de pata à venda...
Afinal, os meus ovos:
– são enormes (até três vezes maiores que os das galinhas);
– contêm mais calorias (129 cal por ovo x 78 cal dos ovos da galinha);
– são ricos em claras gelatinosas (bons para confecção de bolos e sobremesas);
– são mais nutritivos e saborosos;
– e elegantes...
Dona Galinha:
– Elegantes ?!?...
Dona Pata:
– Isso mesmo! Eu me certifico sempre de colocar meus ovos elegantemente em silêncio. Sem chamar
a atenção de ninguém.
Dona Galinha, indignada com a “postura” da Dona Pata, retirou-se prometendo a si mesma que,
enquanto houvesse galinhas no mundo, sempre que se pedissem ovos no mercado, as pessoas
estariam referindo-se aos ovos de galinha.
E desde então, é como diz o velho ditado: “branco é, galinha o põe. (ovo)”
Peça ovos no mercado e você vai levar ovos de Galinha. Assim como Xérox, Durex, Jonhtex: são
nomes que remetem à categoria...
E o que é que a Dona Galinha fez para conseguir chegar nesse ponto?
Apesar de produzir ovos menores, a Dona Galinha sabe se comunicar... E muito bem.
Dona Galinha canta, cacareja, faz tanta zoada, tanta presepada, que todo mundo fica logo sabendo
que ela pôs mais um ovo...
Isso mesmo... Toda vez que coloca um ovo Dona Galinha canta bem alto, faz o maior estardalhaço.
E as pessoas sabem quando os ovos da galinha estão disponíveis. Elas sabem quando e onde os
encontrá. É só seguir o barulho.

“Quem acha que jornalismo é sobre fama e deslumbre não vence na profissão”

Aos 12 anos, Carlos Guimarães era o menino da turma que escrevia e contava histórias. Ele estudava no Colégio Sinodal do Salvador, na zona Norte de Porto Alegre. Uma professora de português disse que ele deveria cursar jornalismo. Aquilo soou tão bem que nunca pensou em seguir outra direção. ”Acho que o jornalismo e a apuração sempre foram a minha vocação”.

Guimarães entrou na Faculdade de Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Famecos/PUC-RS) em 1997 e saiu com o diploma nas mãos em 2006. Ficou oito anos e meio na faculdade. Entrou muito cedo no mercado e, por isso, priorizou a atividade profissional. Seu primeiro trabalho foi como estagiário de produção na Rádio Gaúcha, em 1999.

Na Famecos, seu lugar favorito era o estúdio de rádio. “Eu me sentia em casa por lá”. O professor que mais marcou Guimarães foi Leonam. “Ele ensinava os meandros da reportagem e o jornalismo em sua raiz, com estímulo e vibração”.

O jornalista ficou na Gaúcha até 2008, sempre no esporte. Em fevereiro do mesmo ano, foi para a Bandeirantes. “Considero um período chave na minha trajetória”. Na emissora, foi plantão, apresentador, coordenador de produção, coordenador de esportes e comentarista esportivo. Em 2013, voltou para a Gaúcha, onde trabalhou 11 meses como plantão esportivo. Em julho de 2014, foi convidado por Nando Gross para assumir a coordenação do departamento de jornalismo da Rádio Guaíba e comentar jogos. De 2009 a 2012, comandou um programa na Rádio Ipanema chamado 'Sub Pop', sobre o rock dos anos 90. Na Guaíba, apresenta o 'Guaíba Revista', programa de cultura.

O porto-alegrense define o rádio como o veículo mais rápido, próximo e dinâmico de todos. “O rádio é companheiro e é o instrumento mais veloz para a transmissão de notícias”. Ele considera que jornalismo é função social. “Temos um compromisso fundamental: levar informação às pessoas”. Para Guimarães, a informação é um bem precioso, que ninguém vive sem. “É muita responsabilidade, por isso a função é fundamental para qualquer sociedade”.

Uma vez, Guimarães estava em sua casa em Atlântida Sul, observando alguns jovens jogando bola. Enquanto eles brincavam na rua, um narrava, outro comentava e o outro era repórter. “Era o brinquedo deles, quem sabe o sonho”. Neste momento, o radiojornalista entendeu que sua missão não é apenas informar, mas alimentar sonhos. Ali, na praia, ele percebeu que faz aquilo que sempre sonhou.

Por ser uma atividade de relevância pública, Guimarães acredita que o profissional pode ser associado a um personagem glamouroso, famoso e até invejado. “Bobagem. O jornalismo é função social, e os jovens devem entender isso. Não é sobre fama, é sobre compromisso”. Ele diz que o futuro apresenta inúmeras possibilidades, desde o empreendedorismo até a diversificação de plataformas. “Só não passa pela fama. “Quem acha que jornalismo é sobre fama e deslumbre não vence na profissão”.

(*) Integrante do projeto ‘Correspondente Universitário’ do Portal Comunique-se. Estudante do 5º semestre do curso de jornalismo da Faculdade de Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Famecos/PUC-RS).

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

“Vale a pena acreditar no bom jornalismo”, afirma Reginaldo Leme em coluna

Além de 2015, a colaboração de Reginaldo Leme para o jornal O Estado de S. Paulo chegou ao fim na última semana. Depois de 25 anos seguidos atuando como colunista da publicação, o jornalista se despediu dos leitores do Estadão no texto "Tchau", veiculado na edição de 26 de dezembro e até agora disponível na web.

Ao anunciar o fim de um ciclo profissional, Leme relembrou que, antes mesmo de assinar a coluna que vinha sendo publicada quinzenalmente e ser contratado para integrar a equipe de transmissão de Fórmula 1 da TV Globo, passou 10 anos da carreira como repórter do próprio Estadão, logo no começo de sua carreira no jornalismo.

"É um belo período de tempo em que nos correspondemos através das páginas deste jornal onde comecei a minha vida profissional", escreveu o jornalista que segue como funcionário da Rede Globo, sendo responsável por acompanhar de perto os GPs da Fórmula 1 ao lado de Galvão Bueno. Ele não mencionou se pretende escrever para algum outro veículo.

reginaldo-lemeJornalista Reginaldo Leme não é mais colunista do Estadão (Imagem: Divulgação)

Mercado editorial
No anúncio de despedida de sua coluna do Estadão, Reginaldo Leme destacou que parte do conteúdo publicado ao decorrer nas últimas duas décadas e meia poderá ser aproveitada em uma obra para o mercado editorial. "Foram cerca de 1.300 colunas, o que já me levou a pensar em escolher cem para editar um livro. E se der certo o livro, ainda sobra material para alguns outros".

Acreditando no jornalismo
Depois de citar que acredita na nova geração do automobilismo brasileiro e relembrar passagens registradas pela coluna, o texto derradeiro de Leme para o Estadão foi encerrado com uma mensagem direcionada aos jovens jornalistas e aos leitores do diário mantido pelo Grupo Estado: “Amigos, vale a pena acreditar no bom jornalismo”, escreveu o agora ex-colunista do impresso.(Comunique-se)

domingo, 3 de janeiro de 2016

Os mais famosos ditados gaúchos.

Ditados Gaúchos:

-Quieto no Canto como guri cagado...

-Mais ligado que rádio de preso

-Mais curto que coice de porco

-Firme que nem prego em polenta

-Mais nojento que mocotó de ontem

-Saracoteando mais que bolacha em boca de véia

-Solto que nem peido em bombacha

-Mais curto que estribo de anão

-Mais pesado que sono de surdo

-Calmo que nem água de poço

-Mais amontoado que uva em cacho

-Mais perdido que cego em tiroteio

-Mais perdido que cachorro em dia de mudança

-Mais perdido do que cusco em procissão

-Mais faceiro que guri de bombacha nova

-Mais assustado que véia em canoa

-Mais angustiado que barata de ponta-cabeça

-Mais por fora que quarto de empregada

-Mais por fora que surdo em bingo

-Mais sofrido que joelho de freira em semana Santa

-Feliz que nem lambari de sanga

-Mais ansioso que anão em comício

-Mais apertado que bombacha de fresco

-Mais apressado que cavalo de carteiro

-Mais arisca do que china que não quer dar

-Mais atirado que alpargata em cancha de bocha

-Mais baixo que vôo de marreca choca

-Mais bonita que laranja de amostra

-De boca aberta que nem burro que comeu urtiga

-Mais chato que gilete caída em chão de banheiro

-Mais caro que argentina nova na zona

-Mais cheio que corvo em carniça de vaca atolada

-Mais constrangido que padre em puteiro

-Mais conhecido que parteira de campanha

-Mais comprido que puteada de gago

-Mais comprido que cuspe de bêbado

-Mais coxuda que leitoa em engorde

-Devagarzito como enterro de viúva rica

-Mais difícil que nadar de poncho

-Mais duro que salame de colônia

-Mais encolhido que tripa na brasa

-Extraviado que nem chinelo de bêbado

-Mais faceiro que mosca em tampa de xarope

-Mais faceiro que ganso novo em taipa de açude

-Mais faceiro que pica-pau em tronqueira

-Mais feliz que puta em dia de pagamento de quartel

-Mais feio que briga de foice no escuro

-Mais feio que sapato de padre

-Mais feio que paraguaio baleado

-Mais feio que indigestão de torresmo

-Mais firme que palanque em banhado

-Mais por fora que cotovelo de caminhoneiro

-Mais gasto que fundilho de tropeiro

-Mais gostoso que beijo de prima

-Mais grosso que dedo destroncado

-Mais grosso que rolha de poço

-Mais grosso que parafuso de patrola

-Mais informado que gerente de funerária

-Mais medroso que cascudo atravessando galinheiro

-Mais nervoso que potro com mosca no ouvido

-Quente que nem frigideira sem cabo

-Mais sério que defunto

-Mais sujo que pau de galinheiro

-Tranqüilo que nem cozinheiro de hospício

-Tranqüilo que nem água de poço

-Bobagem é espirrar na farofa

-Mais gorduroso que telefone de açougueiro

-Mais perdido que cebola em salada de frutas

-Mais feliz que gordo de camiseta

-Mais chato que chinelo de gordo

Obs.:Não perguntem de onde tirei isso, porque...

-Quem revela a fonte é água mineral!!!